sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Fray: Shuugyouhen



Fray é uma subfranquia da série principal Xak, famosa na terra de Rodan por ter emplacado nos computadores SharpX68000, PC’98, MSX, relançados posteriormente no PC Engine. Fray difere de Xak por aderir elementos shooter descambando pro humor pastelão, funcionando numa estética colorida, açucarada beirando a diabete. Esta conversão de Fray puxa mais Knightmare, metem a típica tela que vai empurrando a garota forçando o avanço, e apagaram a liberdade de transitar melhor nas paisagens. Tornou-se um mero shooter mascarado como medieval.


As limitações do Game Gear chegam a tornar a partida mais comprometida por causa da tela espremida (gera impressão de estar sempre num corredor polonês), nas salas dos chefes fica meio complicado desvencilhar dos tiros e ainda acertá-los (enfatizo os dois primeiros que agem em quarteto). Diferente de Knightmare incluíram as magias elementares batendo os mestres de cada round. Pro azar, elas não fluem enquanto sai caminhando, param a tela, acertam todos os bichos e pronto! Pra não reclamarem delas serem todas iguais, algumas são ineficazes contra certos monstros e quanto mais forte for a magia, mais MP é gasto.


As fases se restringem, acredito que em seis. Nem fiquei contando elas, quando vi, tinha zerado. A cada vitória, aparece a tela da loja disponibilizando melhorias conforme a grana obtida (não sei como faz pra ganhá-las talvez por score). Os produtos aceleram Fray, aumentam o poder dos tiros, escudo e vida extra. Gaste só no tiro e velocidade porque a pirralha é de lamentar na hora de desviar dos tiros só que aí sobra pro pulo executado rápido demais. A Micro Cabin o adaptou em 91, a fase dourada do portátil. Comparado a certas tralhas, quebra o galho, peca no design estrangulado das fases, slowdowns, por último a sonoridade simplória. Por mim é válido jogar! Isso se quiser conhecer melhor o GG. Tá acima do padrão de muito jogo dele.

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