terça-feira, 27 de agosto de 2013

Ninja Gaiden




Mais um Ninja Gaiden alternativo nas plataformas Sega, desenvolvido agora pela Biox, responsável por outros projetos 8 bits e distribuído pela outra. Nota-se logo o controle eficiente, resposta rápida e agilidade, algo que se espera de um ninja. Executa as mesmas funções das versões Nintendinho, só que o ninja consegue subir e descer na parede sem precisar pular além da questão da magia funcionar apertando pra baixo ao invés de ser pra cima. 



As telas narrando à historinha besta deixam a desejar, os diálogos dispensáveis ficam a não dever satisfação, numa hora mata um velhinho mafioso atirando com uma Thompson, depois transmuta num mestre shaolin desferindo rajadas cortantes, do nada a cobertura do prédio enche de fumaça com Ryu Hayabusa parando num templo árabe. Bem depois tu saca que o vilão saravento desencadeia guerras ao redor do mundo só pra ver o circo pegar fogo, não há nenhuma lógica quanto a isso.



Temos somente 4 fases com temáticas variadas, começa numas ruínas japas situadas num bambuzal, em seguida zona portuária, aí tem o estágio mais criativo que é escalar o arranha céu por último o já referido templo árabe “dumal” . Os itens revigoram a energia do herói, magia pra disparar os poderes especiais, escudo de fogo protetor por fim as vidas extras. 


Hum... que papo estranho, hein? 

Os inimigos ficaram bem feitos, mas não passam de duas variações por fase. Os chefes ficaram mais bem programados e mostram alternância nos movimentos, os do NES eram ridículos, iam de um canto ao outro e repetindo o mesmo ciclo, a única frustração é quando Ryu leva dano e se ficar encostado por muito tempo na fonte do dano perde a vida num segundo, e detalhe, removeram os continues, felizmente são 4 fases na possibilidade de dar Game Over.

Com toda tosquice que possa ter, digo que é mais bem programado do que as cacas da Tecmo, se não concorda, então vá dormir com o Bozo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário