segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Jackie Chan a.k.a. Jackie Chan's Action Kung Fu



Clássico game de plataforma, se popularizou mais na versão NES - a mais feia, sequer a cambada deve conhecer a existência desta versão mais caprichada, o game “Bonk” seguiu essa linha de raciocínio. Quem se aventurar na biblioteca do PC Engine, notará a qualidade adicional responsável por deixar o jogo com outro aspecto, uma experiência melhor.


A ambientação lembra “demais” a filmografia do ator, cheia de dragões, monstrengos do cinema japonês, monges budistas medindo 5 metros de altura e segue em diante o samba do crioulo doido. Jackie vai prestar contas com o bruxo chinês triolho raptor de sua irmã Josephine, e é isso... Medita na cachoeira, despede-se do Pai Mei e transcorre por paisagens bucólicas chinesas intercaladas por catacumbas monásticas, sendo mostrada a sua saga num pergaminho antigo tudo embalado naquelas musiquetas de filmes de kung-fu.

De melhorias, temos gráficos responsáveis por acentuar as expressões dos personagens, principalmente as do Jackie, sempre pronto a fazer caras e bocas em qualquer ocasião, cores mais abundantes, vozes sintetizadas dando ênfase aos movimentos do boneco e pra fechar é notório animações extras, a exemplo do vilãozão concedendo vida ao primeiro chefe do game, pelo menos eu não lembro disso acontecer no NES, pra falar a verdade, lembro vagamente das duas versões, porque já faz um bom tempo que zerei o jogo, então deem um tempo, criaturas vis frequentadoras do Cucamonga

Se não jogou, eu explicarei rapidamente: Jackie pula e ataca, soca, manda balão ou chuta se estiver no ar, endeusaram o ator acrescentando hadouken, deixe o ataque pressionado para que Jackie lance a magia. Metendo sarrafo nos sapos, eles liberam todo tipo de itens: golpes especiais limitados ativados ao pressionar “cima”+”ataque”,  pratos de arroz pra cura e sinos especiais onde levam Jackie pros bônus; Eles variam, seja coletando frutas nas nuvens ou então empurrando pedras para esmagar cogumelos, a coleta é contabilizada e repassa vidas além de energia vital pra mandar as bolas de energia.


Os níveis do jogo demoram a acabar. Geralmente repartidos em várias partes carregando constantes mudanças e gradativa dificuldade, as parcas vidas só acentuam este fator, então tente ser fera nos bônus. Os inimigos e chefes variam de humanos, animais e incluem também criaturas folclóricas asiáticas, detalhe pra matança desenfreada no final do jogo, tem um quinteto de dragões te esperando pra trucidar, depois é o bruxo mala que não satisfeito vira uma aranha gigante. 


Tá aí outro excelente jogo de aventura estrelando o Jackie Chan, apesar de não ter nada a ver com o cara, mas pelo menos trabalharam o carisma pateta do artista pra deixar o jogo mais zoado, e ainda proporciona toda aquela aura fantástica do imaginário oriental, dificuldade moderada, basta aprender as manhas e logo conclui isso.

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