sábado, 28 de setembro de 2013

Heiwa Pachinko World 64



Análise curta, porém de utilidade pública, para avisar sobre os perigos de Heiwa Pachinko World 64. Jogo de 1997 da série Heiwa Pachinko World, baseado no flagelo que está pareado com o mahjong no quesito "escravização" na terra dos "olhos puxados", essa criação demoníaca vinda do capeta oriental que "zumbifica" os nipônicos de maneira mais efetiva que um vírus de laboratório, raios alienígenas ou maldição asteca. Esse ganha-pão dos yakuzas que riem da cara dos assalariados e velhos do mesmo jeito que as "Cinco Famílias" riem dos gringos que jogam em Las Vegas.


Como não sei ler japonês, vou ir direto ao ponto e dizer o que eu entendi do jogo "atirando as cegas". Como forma de apresentar a força gráfica do Nintendo 64, o jogador cai em uma tela mostrando uma rua, com a data, horário e quantidade de dinheiro mostradas acima. Isso é para que o jogador possa escolher o estabelecimento em vai iniciar sua jogatina maldita, para então se encontrar dentro do lugar vendo o interior em primeira pessoa. Então se tem a liberdade de se movimentar e sentar na maquina que quiser, finalmente chegando ao ponto principal.


Para quem não conhece pachinko, é como se fosse uma máquina de pinball com o painel no sentido vertical, dentro dela há uma telinha central, milhares de pregos e algumas rodinhas, controlando a saída das bolinhas de metal com uma válvula. O viciado compra uma certa quantidade dessas bolinhas que vão caindo de cima para baixo, passando pelos pregos e pelas rodinhas. O objetivo é fazer com essas bolinhas caiam no centro da máquina, aonde a tela central vai rodar números e imagens como se fosse um caça-níqueis americano, premiando com mais bolinhas se a combinação for boa.


Na vida real, por ser proibido trocar as bolinhas de volta para dinheiro (como maneira do governo de não incentivar o vício), se trocam as bolinhas por prêmios como brinquedos, cigarros e afins (que podem ser trocados por dinheiro em uma loja ao lado, que por sinal não é proibida pelo governo, vai entender...). Mas no jogo se troca por dinheiro mesmo, assim apostando cada vez mais nas demais máquinas e adquirir mais grana.


Tirando o ponto de vista da rua e dentro dos estabelecimentos, não há o que falar dos gráficos, já que estará boa parte do tempo olhando para a máquina infernal. As músicas são quase inexistentes, só ouvindo os barulhinhos da bugiganga.

Não caia na tentação desse vício do cramulhão, fique longe, a não ser que seja um assalariado fracassado querendo bancar o Kaiji vencendo aquele trambolhão no animu. Se for o caso, prepare-se para enfrentar o japonês na navegação.

Um comentário:

  1. Kkkkk essas máquinas são um perigo à sociedade! :) Nunca tinha ouvido falar deste jogo para N64, mas com certeza não faz meu estilo.Mesmo assim, algo me diz que isso aqui ainda é melhor que jogar Superman para o mesmo console. kkkkkkkkkkk

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