sábado, 12 de outubro de 2013

Enemy of Humans

Voltando àxxxx raízexxx da Cucamonga. Apresento(lhes) outro joguete "indie" adoentado da máquina NEC PC-9801, o ancestral daquele Mr. Mosquito de PS2, ou acha que inventam mais alguma coisa? Apesar de cretino tentam  reapresentar hentai de um jeito criativo. Suas ações restringem-se ao direcional, ele em si  locomove o inseto e a seta pra baixo em alguma parte da pele extrai o sangue. Hããããã?! Vou te explicar, malandro.

Dessa vez você é responsável por desvencilhar um pernilongo dos percalços desta vida mosquitóide vezes mostrado com rosto humano (talvez o do programador safado). Começa numa gravura congelada de um plano aberto, onde você deve se alimentar do sangue das piriguetes, nesse primeiro quadro o mosquito tem que escapulir das rajadas de vento, vapores, inseticidas, etc.. Aí se aproximando mais das vagabas, você para numa outra tela enquadrando alguma área erogena. Nessa parte são os tapas delas o seu principal problema enquanto tenta encher a barra de extração de sangue picando elas antes do tempo estourar marcado por um fio que completa a borda do cenário. 



Passando o nível, vem de brinde aquelas fotos eróticas tão batidas em outros jogos sem tanto motivo de tê-las. Tem situações que chegam a arrancar risadas do jogador de tão forçadas as situações. Uma coisa é uma mulher estar na cama ou numa banheira, outra é uma de quimono usando leque e na hora da aproximação os peitos ficam à mostra ou então a última vítima em que é uma moça toda vestida mas que entrando por debaixo da roupa ela está sem nada e ainda com um vibrador metido na xana. 



O mal do jogo é não apresentar animações das 'vítimas' junto da duração curtíssima que o jogo possui, dando game over tem a chance de continuar onde havia parado, quase parece coisa freeware se não fosse o fato desse jogo ser do tempo das cavernas.

Poderia ficar semanas falando dessas tralhas porque são engraçadíssimas e ninguém dá bola porque não tem historinha ou porque é escancarado mesmo.

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