quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Dynasty Wars e Warriors of Fate


Dynasty Wars


Nome e temática impossível de desassociar à Dynasty Warriors, o mais recente ganha pão episódico da Koei. Os jogos analisados neste post são dois hack n' slashs fabricados pela Capcom, extraídos do mangá  Tenchi wo Kurau (thanks Wikipedia!) ambientado naquelas novelas chinesas de 1000 páginas. 


Pra nossa surpresa, a Capcom não recriou um mero Final Fight chinês, as fases são percorridas em tempo integral à cavalo. Botão 1 e 2 alternam a direção do ataque, um deles pressionado concentra o poder do golpe, enquanto o 3 desfere o manjado especial responsável por ir drenando tua vida. Não vejo muitas diferenças entre os guerreiros selecionáveis da trupe, a não ser pelo especial do terceiro botão.


O HP gera estranheza ao ser posto no topo da tela enquanto o resto dos status e score é apresentado no rodapé da tela. Quanto mais mata caboclo, mais experiência obtêm e assim sobe o nível. Agora evite perguntar se isso aumenta demais atributos tirando o tamanho da life porque nem eu faço ideia. As paisagens assim como o som não marcam, mas pra não ser estraga prazeres achei legal a violência da parada, ver os oficiais chineses decepados derramando sangue enquanto o teu guerreiro faz pose heroica no final do estágio, mas é aquilo, fica difícil prestar atenção nos detalhes num sistema tão comedor de ficha! Na  primeira fase já comemos o pão que o diabo amassou, da segunda em diante (óbvio) a roubalheira aumenta fudidamente, meus parabéns se você é um dos poucos a zerar usando o mesmo crédito.


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Warriors of Fate


Vencendo o Dynasty Wars, seja feito um viciado ou do modo cretino pondo trezentas fichas, fica enunciado Dynasty Wars 2, que os burocratas ocidentais renomearem a porra pra Warriors of Fate. A dinâmica já cai pra um beat n' up genérico. A montaria acontece nos momentos certos, suspeito dele ter sido programado na mesma engine do Knights of the Round e Cadillacs n' Dinosaurs, porque é muito puxado pros dois.


O general do primeiro jogo sai de cena e entram dois novos guerreiros: um espadachim careca do mais bucha e um arqueiro caquético. O cara de vermelho cheio das cicatrizes luta no mano a mano. O azul da lança usa um sabre e o gordão barbudo permaneceu o menos modificado possível.


O terceiro botão foi tirado, fazendo o jogador apertar os outros dois pro especial. De adição o herói ao agarrar o oponente pode pular e aplicar danos maiores. Também ao apertar baixo, cima + golpe o cara manda especial feito no Cadillacs. Pra baixo e pulo manda trombada. À cavalo se sequenciar trás, frente e pressionar ataque é acionado um poder mais danoso. O cavalo tornou-se mais limitado, confere ao jogador outra gama de ataques, é possível ser roubado pelos oponentes e ainda morto durante a batalha.



Por ter anos de distância do seu antecessor, a qualidade visual tá mais caprichada, com direito a desmembramentos e degolas, um bônus pra ver quem come mais gororoba chinesa enquanto martela os botões e as musicas apesar da falta de brilhantismo tá numa qualidade boa. Feito o outro título, as fases demoram e apresentam inúmeras safadezas pra roubar-lhe moedas. É isso, se falar demais não te deixa vontade de conferir por conta própria, ah, a Capcom lançou mais bagulhada deste mangá pras plataformas Nintendo, só que não tem nada de porradaria, são chupinhações de RPGs pobretões, gerenciadores de povos antigos feito Romance of Three Kingdoms e Nobunaga's Ambition.


P.S: Para quem quer saber como é uma dessas histórias de arranca rabo chinesas e tem ingrês decente para ler, taí o Donald para vocês. Porque os centros culturais chineses não tem porra nenhuma decente da cultura oriunda de lá.

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