sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

(PCE) Final Soldier e Soldier Blade


Final Soldier


Quem diria, a Hudson bolou dois segmentos de Super Star Soldier no TurboGrafx-16, se não estivesse explorando a minha vasta jogateca totalmente protegida pelas notas fiscais do mais simplório joguinho ao mais dispendioso artefato, eu jamais me aperceberia disso! Mas presta jogá-los numa maratona doentia regada a mais terrífica tequila salvadorenha? Nope... Saiba o porquê --


Esta sequencia pode ser até bem acabada, não é das piores, todavia faltou qualquer criatividade por parte da Hudson meio espertalhona em reaproveitar coisas (...e não seria a primeira), a galhofa é ela replicar a si própria fazendo os mesmos levels designs do 1 que é chupado dos Alestes pra MSX, aquele shooter de dar pena, apreciado pelos dinossauros fanáticos do computador, e talvez reverenciado a cada 3 horas por sites como o "Baurete de Jogos".


Esta franquia Aleste da Compile gastava a cachola na primeira fase pra parecer vistoso, depois bolava levels ridículos como oceanos ou chapadas arborizadas e depois repetia os mesmos elementos nos níveis vindouros contendo subchefes na tática de enrolar o público... Ah, as naves inimigas e o que fosse cuspido na tela, tinham a nojenta artimanha de atacar pelos flancos, ou pintar do nada, tentando suprir as limitações do aparelho, enchia o saco... Porém jogando feito um viciado típico da época se tornava brincadeira de criança, o que não deixava de ser.


Aí, cambada, fiz esse rodeio todo pra quê? Só pra não precisar revisar essa franquia, então falo dela nestes "soldiers" clones mais ajeitados do Aleste. O armamento neste primeiro é simplesmente colorido e vai assim quanto mais upgrades for pegando. Não há porque enrolar sobre os tiros ficarem mais ladrões, bons pra acumular pontos úteis pra angariação de vidas extras, mas tomando danos pequenos eles vão enfraquecendo até morreres, isso não vale contra aeronaves kamikazes ou tiros malignos.

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 Soldier Blade


Ocorre uma intro moderninha da nave visando impressioná-lo, a tristeza é se deparar ao trivial da franquia, começa mais uma vez numa estação espacial, depois é um típico oceano, deserto, Chapada da Diamantina e assim vai... Seu desafio é mais bonachão que o outro, por ter um sistema de power ups safado. Junte os de mesma cor para ter o poderzão, ou seja, colete o verde, o mais destruidor, pega a tela quase toda, se tiver a infelicidade de coletar um fusível atômico de cor errada, use-o como bomba (é isso aí, a bomba aqui é o próprio upgrade), e assim vai enfraquecendo. Se morrer, ainda tem chance de resgatá-los rapidamente.


This is it... Não há muito o que dizer sobre shooters, ainda mais aqueles tentando replicar outros, ótima pedida de conferir uma releitura dos Alestes um pouco melhores, mas convenhamos, há tantos, tantos shooters melhores, principalmente pro CD-Rom² e arcade a ponto de não valer se aproximar disso, não é válido eu dizer isso se o teu objetivo for vasculhar o existente pro sistema. Pro caso de ter um PSP, descole a coletânea.


Nota: Eu pedi ao Senhor M. para revisar o de N64, mas uma lamentável balbúrdia ocorreu no centro cultural cucamonguês, a fita foi roubada, exijo que ela volte ao lugar em que estava guardada, não queria ser tão direto, mas desconfio sobre os padres, banidos de entrarem nas instalações acadêmicas, por serem responsáveis pelas insurgências da República Democrática de Cucamonga, mesmo assim há quem cospe no prato e não agradece o posto de vigilância conquistado. Sem mais...


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