quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Blackthorne



Jogo picareta da Blizzard Entertainment que usa a jogabilidade daquele Califa do Irã e mistura com o visual do Duque dos Nuque.


O jogo consiste em sair metralhando os cramulhões e coletando itens pelas várias salas da tela, com momentos que precisa utilizar os tais itens para ativar pontes, elevadores, passar por portas, etc. Tudo isso com uma ou outra plataforma ou buraco que precisa pular, bem similar ao joguinho do Jordan Mechner. A diferença é que não há tantas plataformas para esquentar a cabeça, só os inimigos que precisa aprender a como detonar, podendo se escorar na parede para escapar do tiroteio inimigo, usar poções para recuperar energia e usar bombas para explodir os monstrões, todas as ferramentas e espólios ficam na caixa ao lado da tela, podendo usá-los quando necessário.


A versão do 32x tem gráficos mais potentes, dando uma qualidade melhor aos cenários e os personagem ficando um pouco mais definidos, meio que plásticos, igual aqueles bonecos de ação que se acham nas lojinhas de 1,99. Tem até mesmo uma quinta tela extra com a temática de gelo, estendendo o sofrimento até o final do jogo. A trilha é bem sujona, porém repetitiva e pobre demais.


Fora isso, não vale muita coisa. É bem mequetrefe e não jogaria por mais de uma vez, só aqueles assopradores de fita com mentalidade de colméia falariam que é um jogo vintage pik das galáxias de qualidade inigualável, podendo contra-atacar qualquer um que viesse com a opinião de que não passa de uma cópia mais metal farofa do Prince of Persia.

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