quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Buster



Hoje trago outro jogo doujin (rótulo pros indies nipônicos) do velhaco Sharp X68000 – Buster. Na onda soturna de quererem dinheiro a qualquer custo, valendo-se do material engavetado, o então criador E. (Earl?) Hashimoto como chamado na tela inicial do original, fez um remake, recriando as fases, inimigos, aprofundando-se nos movimentos do protagonista junto da pontuação das dispensáveis moedinhas. Na camaradagem, o "Earl" em seu site oficial pôs a versão trial dessa edição repaginada e o original pro formato do Sharp com outros joguinhos entre o bacana e o porcaria.

Site oficial: http://hp.vector.co.jp/authors/VA025956/game.htm

Outros jogos:








Nota: Não baixei e nem sei se todos tem participação dele, precurem vocês a resposta, evitem me aperriar!




Falemos agora das particularidades do original: O teu golpe diminui o alcance e poder conforme gasta a barra, tornando-o exposto por não ter mais como atacar. Para carregá-la logo, precisa aplicar uma rasteira especial. O golpe especial é feito, assim que tocar o solo ao apertar o ataque. Este movimento rola toda uma “ciência” devido as suas ações para tudo: Atravessa magias e inimigos danosos, atravessa rápido os lugares pedidos, carrega a tua barra de ataque e ainda sabendo um modo para executá-lo sem parar, matará muito mais rápido os chefes.




São 5 mundos (com a batalha final no tal “sexto”) subdivididos em 3 etapas sendo a quarta reservada ao chefe embaladas naquelas trilhas de fanfarra medieval onanista de anime. Sua energia só é restaurada ao matar o chefe ou coletando corações nos raros baús achados aos tropeços, contendo mais moedas para pontuação do que itens para dar-lhe uma folga.



Os atos não mudam muito, e te exigem sempre o uso do pulo duplo, são raras as plataformas perto entre si, ao menos o continue é infinito. Os inimigos seguem a risca os padrões, só que mais inconvenientes pela limitação do teu ataque. Os chefes mantém um padrão fixo, só acelerando conforme sofrem dano. Zerando bruscamente volta a primeira fase sem sequer aumentar a dificuldade.




Apesar dele ser tosco na tela inicial, de ser seco nas transições entre fases, preguiçoso em sequer ter uma tela final e de ter quase assaltado os gráfico de Wonderboy... Vale sim jogá-lo. Uma programação que supera muitas softhouses licenciadas da época. Este jogo cobra uma dificuldade envolta numa boa programação que não trará frustrações por ser doujin.


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