sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Geograph Seal




Um dos primeiros jogos a primar polígonos preenchendo a tela, seguiu em frente daquilo realizado em Star Fox e dos primeiros “Virtuas” da Sega. Quem desenvolveu esta pérola foi a Exact, a mesma de Étoile Princess e de Jumping Flash! do Play 1, me recordando deste segundo por integrar um disparate de Kenji Eno na época, tendo o mascote do jogo pisoteado pelo programador, iniciando deste modo a sua “boa reputação” com a Sony.

Deve controlar um robô em primeira pessoa capaz de dar um salto triplo e atirar lasers conforme a sua barra de energia estiver cheia integrado a tira colo um campo de força contra as saraivadas de tiros poligonais da tela.

As fases variam bem nos seus temas, mostrando um deserto, uma cidade com direito a ponte pênsil no ponto de largada seguindo pro céu por fim na estação antagonista de GS. Geralmente você deve detonar determinados alvos para ter acesso ao campo onde se localiza o mestre da fase, poderiam ter explorado mais o recurso dos pulos, já que ele faz um triplo, desafortunadamente os níveis vão ficando mais fechados, atirando na lixeira o conceito tempos depois usados no Jumping Flash!. As musicas estão bem empolgantes segue a premissa de Star Fox, fornecendo maior interesse em jogar  em meio ao desafio médio para alto graças as escassas vidas não te permitindo brincar em serviço.


Infelizmente, por ainda se situar no experimentalismo da programação de polígonos, é muito desnorteante entender as coisas, saber onde estão os teus alvos, mesmo havendo a possibilidade de consultar o mapa. Ainda mais por tudo parecer formas geométricas flutuantes e você não ter a melhor esquiva do mundo para escapar dos tiros, nesse caso achei Star Fox mais coeso dentro dessa caracterização sci-fi.

Como jogo 3D primitivo tá de bom tamanho, provou uma faceta pouco explorada neste computador e ainda compensa se quem jogar quiser conhecer um pouco a progressão do 3D nos videogames. 

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