sábado, 31 de janeiro de 2015

Ninja Gaiden Shadow



Apesar do copia e cola da capa americana do primeiro Ninja Gaiden do NES, esse tal Shadow não é um port, mas sim um jogo inédito feito para o Game Boy, porém é bem mais mão na roda que a trilogia canibal (explicarei melhor em seguida).


A história é a mesma, o tal Ryu Hayabusa, aquele irmão bastardo do Shinobi, vai atrás de um capiroto que é subordinado do macumbeiro do jogo original. Mas ele simplesmente luta com inimigos robóticos e chefões bem pé no chão (um cibórgue, algum tipo de irmãos Toguro sem as bizarrices, um general militar e, estourando em mandingagem, só um catiço de bruxo japonês) em fases inéditas (porém bem fanfarronas). Na quinta e última fase se enfrenta o jagunço e então observar o castelo desmoronar.


O controle é mais duro que as versões de console, mas isso não atrapalha no avançar do jogo. Não se escala paredes, mas se pode agarrar em canos servindo de plataformas e subir sobre eles, além de ter um gancho para alcança-los se não consegue chegar no pulo. A dificuldade é muito baixa (não sei se os produtores ficaram limitados ao portátil ou foi por opção de abaixar a dificuldade dos originais pros pivetes, essa tanto por sadismo do mesmos quanto por má programação). Só tem um especial (a roda de fogo) e itens tanto para recuperar energia quanto os especiais são encontrados quase a galore pelas fases. A música é podrona e lembra bastante um Mega Man genérico, até a morte do Ryu por qualquer motivo tem um som e eco quase exato ao do pivete azul batendo as botas.


Para jogá-lo, não é ruim. Entretanto não oferece nada de diferente, é praticamente uma versão mais pobretona para quem não quer enfrentar as roubalheiras da trilogia.

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