quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Operation C



Não é mera cópia portada de modo qualquer. Para algo de 91, ainda no começo do aparelho, a Konami tomou vergonha na cara deixando um controle bem responsivo, movimentação rápida, cenários detalhados apresentando animações, além dos inimigos e jogatina funcionar harmonicamente pra tela escrota da geringonça que era pra época.

Os cenários, apesar de muito deverem a Super Contra, diferenciam e mesclam fatores do primeiro também sem deixar uma coisa ou outra específica pro Game Boy, como a primeira fase apresentando uma marina com direito a elevadores e barcos atirando, o cenário foi reapresentado no posterior Contra 4 de DS fazendo um fanservice dos diabos juntando toda a mitologia da franquia que nunca atentou a sair muito das suas limitações impostas.


Pra sorte de quem for jogar o controle atende da mesma maneira do NES, havendo a manha de atirar rapid fire deixando o botão de tiro pressionado praticamente agindo como o power up da metralhadora sobrando os up grades da bola de fogo, mísseis teleguiados e por última a escopeta, todos funcionais pros espaço reduzidos ficando que nem corredor polonês.

Apesar de inferior ao desafio dos Contras de NES que já eram inferiores em desafio ao que o arcade exigia, terá chances de morrer se baixar demais a atenção ou pelas peripécias dos designs das fases tentando burlar a limitação do tijolo.


Pra quem deseja fazer maratona tanto do Contra quanto algo decente pra jogar no Game Boy, indico este bom exemplar de ação infelizmente restrito a poucos níveis e desafio rapidamente superável, bom pra atiçar o vício em jogar outras paradas.

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