quarta-feira, 20 de maio de 2015

Dino Rex



Jogo de pancadaria doidão da Taito em 1992 no qual envolve bárbaros em uma região inexplorada da Amazônia nos tempos antes de Cristo, botando dinossauros para digladiar em um torneio anual para ganhar a mão da rainha das amazonas. 


Apesar da temática de filme sessentista/setentista parecer muito legal, o jogo em si é bem bostalhão. É deparado com a escolha de um entre seis dinossauros, seguindo assim para sete rodadas de luta contra demais dinossauros. Entre as rodadas, a história da viagem do treinador titular vai sendo narrada, com a aparição de alguns bônus que envolvem o maluco caindo no sono e sonhando que é um dinossauro no mundo moderno, destruindo tudo o que há no caminho e infernizando um empresário desonesto.



Os controles são limitados ao direcional e dois botões de ataque, com as combinações resultando em investidas, ataques com o rabo, pulos ofensivos, carregar a barra de energia de ataque especial, etc. O problema dessa bagaça toda é que tudo acaba sendo empedrado demais e dificilmente consegue acertar o adversário ou usar o golpe que deseja. Se em um jogo de luta com controles bem fluídos você já bate botões, nessa bagaceira aqui acabará destruindo a cabine/controle/teclado.



Os gráficos e cenários são bem estruturados e seguindo a temática, só que a música é extremamente minimalista nos batuques tribais, o que também segue bem a temática, porém fica repetitivo demais sem uma variação de som. Tudo é bem movimentado, se vê o cenário sendo destruído quando os dinossauros vão arremessando um ao outro, aparecendo demais dinossauros ou os tribais fugindo da confusão ou sendo pegos no momento.

A jogabilidade é muito ruim e a trilha peca de uma certa forma, acabou desperdiçando o potencial de arranca-rabo dinossáurico que veio até antes do Primal Rage ter popularizado o esquema.

Um comentário:

  1. Todo jogo de luta com bichos gigantes os personagens são meio travadões, até um Ultraman de PS2 era assim.

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