sábado, 30 de maio de 2015

bit Generations



Franquia de jogos "artristicos" feito pela Nintendo (pelas desenvolvedoras Skip Ltd. e Q-Games) lá por 2006, lançada em duas séries no mesmo mês. Realmente não sei qual era dos desenvolvedores e programadores de lá quererem lançar sete juguetes minimalistas como esses, talvez tenha batido aquela mania que eles tem de vez em quando de fazer algo meio "yuppie moderno" e exibir a bagaça no MASP ou seja lá qual budega for para exibir quinquilharias que os estranhões chamam de "arte moderna".

Ela é composta de sete jogos, houve até distribuição gratuita de 700 cópias dos mesmos no Clube do Bolinha Club Nintendo para gente aleatória lá no Japão com o objetivo de incentivá-los a opinar sobre essas "novas invenções". O conjuntinho aí nunca saiu do Japão, apesar de terem reaproveitado alguns dos jogos na tal série Art Style para aqueles sisteminhas online do WiiWare e DSWare.

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Boundish


É praticamente uma coletânia Pong, são cinco jogos aonde o essencial é quicar a bolinha e tentar acumular pontos fazendo com que a mesma passe pelo adversário. Alguns desses jogos não só ficam no padrão Pong, também aqueles hockey de mesa ou até mesmo um jogo onde há um disco de vinil em que os bonequinhos vão correndo em volta, com a bola quicando aumentando a intensidade do som do disco sendo riscado.



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Dialhex


Um quebra-cabeças onde você tem um cubo tridimensional e pecinhas coloridas em forma de triângulo caindo. Sua obrigação é controlar o cursor em forma de hexágono e girar as peças no lugar, até mesmo puxá-las ao mexer o cursor e tendo algum espaço livre ao lado para colocá-las, até que as peças de mesma cor formem um hexágono e desapareçam. Se o caboclo tem saco, pode até montar figuras coloridas em vez de seguir o objetivo padrão e mudar de fase.


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Dotstream


É praticamente uma corrida de pontos formando linhas atrás deles, você escolhe a sua corzinha preferida e tenta ultrapassar os outros pontos. Às vezes, passando por uma ou mais linhas pode fazer você se desviar um pouco da direção que vai. No caso de obstáculos, você não chega a colidir e parar, passa através deles, porém acaba perdendo velocidade.


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Coloris


É quase um Tetris, há vários quadrados coloridos e você pode mudar a cor deles (porém não de todos) para formar sequências e liberar espaço para mais quadrados. Cada quadrado colorido tem um certo espectro no qual pode ir mudando as cores.


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Orbital


Nesse você controla um pequeno astro que precisa absorver brilhos azuis para poder crescer, chegando até mesmo a atrair alguns "satélites" em sua órbita. Porém, tem que se utilizar não só da atração e repulsão do próprio astro, mas também da orbita dos demais astros na tela para se colocar na posição certa e ir avançando atrás dos brilhos.


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Soundvoyager


Controla um ponto branco em uma imensidão escura onde vai absorvendo ou passando por brilhos coloridos acumulando som. Apesar de poder enxergar onde os pontos estão, os cucamongos tem que colocar uma venda nos olhos e atochar headphones, fones de celular, que seja, para jogar esse trambolho propriamente, já que a graça estaria em adivinhar onde estão os brilhos pela música que emitem, essa ficando mais nítida de acordo com a proximidade.


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Digidrive


Esse é o último e o mais estranho. Você tem um cruzamento do lado esquerdo da tela e um medidor de distância do lado direito. O objetivo é acumular as setinhas, peças, o que for, que vão descendo as pistas em seus grupos respectivos. Então se acumula energia ilustradas por triângulos, quadrados, hexágonos com a quantidade que possui no momento. Quando uma setinha brilhante aparece na pista e acerta uma das fileira, acaba utilizando a energia acumulada para causar uma explosão no disco encontrado no lado direito. O tal disco é arremessado em uma certa distância, dependendo da energia acumulada, se afastando de um pistão que vai lentamente se aproximando. Caso o pistão alcançar o disco, o jogador perde.


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A música em todos esses joguinhos são bem minimalistas, chega a ser aquelas batidas e efeitos eletrônicos zen bem doidos. Tirando o Soundvoyager e o Boundish (esse apenas sendo mais um bate-bola, porém bem metido a besta), o resto até que é aproveitável para quem gostaria de quebrar mais a cabeça e até mesmo testar reflexos com esses passatempos doidos. Apesar que, pessoalmente, só tiraria algum proveito do Dialhex, Orbital e Digidrive quando estivesse no busão lotado e com sorte de ter pego um lugar. Enfim, taí uma coleção xaropinha da Nintendo para quem gosta de passatempos mais frugais.

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