domingo, 3 de maio de 2015

Teenage Mutant Ninja Turtles: Tournament Fighters



Versão do Mega Drive para o jogo de pancadaria das tortugas, sendo completamente diferente em telas e personagens que o lançamento para o Super Nintendo (que também é logo o mais popular dos dois consoles 16-bit, já que tem uma terceira versão para o NES que é bem pobretona). Esse também faz um sincretismo do desenho animado com a versão em quadrinhos, apesar de que esse segue uma temática de ação maior que o simples "torneio de tevê" na outra versão.


O Mestre Splinter foi capturado por clones das tortugas feitos pelo Krang, exigindo que os quelônios verdadeiros viajem até a "Dimensão X" para salvá-lo ao enfrentar tanto os clones deles mesmos quanto os clones de seus miguxos que decidiram acompanhá-los nessa aventura interestelar.


Diferente dos dez personagens jogáveis do SNES, são apenas oito na versão do Mega Drive. Mas ainda inclui personagens mais relacionados aos quadrinhos como Casey Jones e Ray Fillet (um tipo de homem-arraia bombadão); Temos também a April como porradeira e um besouro hércules exclusivo ao jogo chamado Sisyphus. Escolhendo um deles, tem que lutar nos vários planetas doidos da Dimensão X e na nave espacial do Pé, até que chega a hora de enfrentar os últimos desafiantes, entre eles o Triceraton (representando a raça de mesmo nome que há nos quadrinhos originais), o Krang e a Karai como último chefe (sendo que com código, parece que é possível destravá-los).


A mecânica de combate da versão do Mega Drive é quase idêntica ao de SNES, o que muda é o controle no qual só tem um botão de soco e chute que ficam fortes se segurar o direcional, além de um botão de provocamento que pode liberar um ataque de desespero quando a energia está fraca. Os cenários são bem pirados (e até mesmo mais palatáveis para quem curte doideiras mais originais) e a música é mais "alienígena" comparado a trilha mais animada da outra versão. Há também um sistema de replay ao vencer ou perder uma luta, podendo observar novamente os últimos momentos da batalha. Além disso, você pode mudar os status do personagem que escolheu, dividindo os pontos em ataque ou velocidade. Os demais modos além o de história envolvem o típico 1x1, o modo de prática e o modo torneio que é um tipo de survival bem 13 com apenas uma barra de energia, sem recuperá-la.


Não é um jogo de luta muito expressivo em sua mecânica, mas seus demais elementos são interessantes de se ver e o sistema é satisfatório para tirar uns meros contras, jogo aprovado para se explorar com mais atenção.

2 comentários:

  1. Mas vale a pena jogar as duas versões?

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  2. Sim, cada versão é complementar a outra, mas prefiro a do Mega pelo teor mais viajado e climão mais dark lembrando melhor a HQ.

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