sábado, 20 de junho de 2015

Battle Circuit



Um sucessor espiritual de Captain Commando mais amalucado na temática dos super sentais realizado em 1997. Contou com os experientes Noritaka Funamizu e Yoshiki Okamoto, produtores presentes nas muitas linhas da desenvolvedora (Dynasty Warriors, Forgotten World, Dino Crisis, Mega Man X, Resident Evil...), isso não impediu de ter ficado num esperado ostracismo, visto ter se segmentado entre Japão e Europa.

O time é composto por um grupo de mercenários em concepções bizarras lembrando bastante aquele quadrinho da Patrulha do Destino, temos do típico líder trajando uma proteção futurista a outros integrantes menos concebíveis como um avestruz rosa e uma planta carnívora alienígena. Você deve proteger uma Terra futurista a mando de um tecnocrata contra o típico cientista de cabeça mutagênica inventor de uma arma do juízo final. Claro a ideia zomba desse tipo de coisa nos brindando com incontáveis gags durante a partida nesta reta final do gênero pancadaria nos fliperamas. 

Cada personagem contém técnicas de combate próprias, somado a um boost especial que dá vantagem a um atributo e somente o personagem tem o direito de ampliá-lo. Ao acumular as moedas despejadas pelos inimigos abatidos, será permitido comprar ataques novos para o seu mercenário. 

Saindo mais dessa parte muito sabida, o enfoque é mesmo nas insanidades: Robôs, rockabillies, bichinhos kawaiis de anime, teletubbies parrudos numa discoteca, malfeitores usando colante, mutantes etc.. 

Battle Circuit foi outro fliperama discreto e talvez rendesse bom sucesso, é meio arriscado dizer isso pelo fator de exagero no nonsense que seriam  de repente bem explorados num marketing adequado. Não foge do banal e só vale pra quem desejar mudar de ares por estar enjoado das mesmas coisas disponíveis. Temos outros do tipo revisados no blog: Rose Rascals e Violent Storm.



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