sábado, 20 de junho de 2015

Power Stone



Êba, mais uma análise de Power Stone na "rede interna", mas essa é especial só para lembrar como não só a Quenga, mas também e principalmente a Crapcão, dona e desenvolvedora dessa pequena franquia, cagou diarreia no pau-de-arara por simplesmente largá-la em prol de seus zilhares de Istriti Faitis que foram uma onda de acertos e erros, dos Inquilinos dos Mal que mais ainda virou uma bagunça genérica se desviando do tal survival horror e de seus Maravel versus Crapcão escrotos.


Não sei se a Sega descobriu por algum meio de espia a ideia do Smash Bros. da Nintendo, se o inverso aconteceu ou as duas tiveram quase a mesma ideia, ambos os jogos saíram logo no começo do ano de 1999. Mas a Cega, apesar de sua rixa quase finalizada com Ñintendo, não quis apelar de porradaria com mascotes (atualmente escrotizados) igual o titio Miyamoto, chefe oficial de tortura da empresa, planejava fazer junto de seus jagunços Sakurai e Iwata. Em vez disso, chamou a Crapcona para desenvolver uma porradaria mais temática nos estereótipos vitorianos (como explicado na análise de Power Stone 2 aqui na Cucamonga) em sua placa Naomi para lançar tanto no Dreamcast quanto nos arcades engole-fichas.


E foi assim que nasceu Power Stone, um jogo de porradaria 3D que usa e abusa dos avanços gráficos e profundidade dadas para emular singulares pancadarias de boteco à meia noite de sexta-feira. Com oito personagens jogáveis de cara, todos eles representando seus paisecos de maneira exagerada, devem lutar em salas fechadas descendo porrada ou jogando objetos banais da tela em seus adversários, com direito a armas brancas, bazucas, bombas, etc. pipocando por aí.


Claro que o ponto chave são os três pedregulhos valiosos de poder ilimitado, as Esmeraldas do Caos Power Stones, coletadas quando aparecem na tela ou descendo porrada no inimigo até ele derrubar as que está carregando, liberando uma super-forma carnavalesca que dá mais força e distância de ataque dependendo do porradeiro que selecionar. Liberando, ao segurar os botões, o ataque especial que atinge grande área e come vida do infeliz em troca de sua barra de transformação.


Como na sua sequência (lembrando da análise já existente aqui na Cuca, LEIAM!!!) há seus chefes diferenciados, mas que podem ser destravados para combate. Tem o pirata mambembe que se transforma em um caveirão com as pedras e o chefão do jogo, aquele lutador treze de vale-tudo que é até o vilão do animu bizonhão da TV Globinho. Os campos de batalha são fechadões, praticamente cubos (diferente da sequência e seus campos abertos e sempre em mudança), nos quais dependendo de qual pegar, haverá armadilhas de cenário que lhe farão dano.


Esse jogo tem bons gráficos e uma trilha sonora decente. A jogabilidade envelheceu um pouco, mas digo com toda a certeza que mata a pau qualquer Esmaga Manos lançado até agora, que persiste ainda só com campos genéricos e os massacotes com poucas inovações além dos visuais, só aumentando o número de mini-games com o passar do tempo. Não só os tais nintendistas, mas até os que compram a série a cada cinco anos em uma lua cheia, deveriam tomar vergonha. Até mesmo aqueles que são sinceros e ainda falam que não sentem muita evolução, até certa estagnação, preferem continuar pagando por esses trecos em vez de reclamarem (só para avisar os cucamongos de plantão que não digo para não comprarem, a grana que vocês ganham em seus negócios ilícitos é problema de vocês e podem gastar nas jujubas que quiserem). Vale até lembrar de um jogo de JoJo's Bizarre Adventure (Aventuras Maconhadas das Jujubas) de campo aberto, itens e ainda a escrotidão de colocar cenas "posudas" do mangá "só por colocar" chamado Eyes of Heaven (Bizóiões do Além) que é praticamente um Power Stone glamurizado. O que impede a Capcom/Sega de fazer algo parecido com a franquia, já que esta não está desgastada?

Enfim, já dei nome aos bois, já cumpri com o dever cívico de ajudar a completar as análises cucamonguenhas de Power Stone aqui no blog, então termino por aqui. O jogo é bom, a sequência é bem melhor, tomem vergonha e joguem logo essas bagaças.

2 comentários:

  1. Nuss, parece ser bem bonito, pena que para mim, emular Dream Cast é brabo.

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    1. No teu caso, ou você roda o Demul que é muito intuitivo de rodar , menos exigente, porém sem tanta nitidez que um NullDC mais coeso numa máquina de 2000 pra cima. Ou... Você usa um Chankast que era um emulador de 2005 melhor orientado pro XP.

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