sábado, 6 de junho de 2015

Nazo no Murasame Jō




Antes que tenha um aneurisma não posso deixar que passe incólume a indicação desse jogo que é praticamente o que vale de bom do Famicom Disk System e sua resumida lista de exclusividades. Pra esse periférico em disquete há umas coisinhas legais, tipo Esper Dream, Esper Dream... e umas coisas da Konami com cara de inacabadas. Este aqui é um game direto após o primeiro Legend of Zelda se tratando de lançamentos. Diria que é mais divertido pela sua linearidade estimulando os mais preguiçosos em quererem explorar um mapa meio deus dará por conta das limitações do console.


A história pouco faço questão de saber, se passa ainda no começo da ditadura perpetrada pelo Tokugawa, vá ler a história do Japão se gosta tanto do país, não vem me amolar pedindo minúcias! Um Zelda em skin samurai que o samuca deve perambular por  províncias intercalando campo aberto com o castelo mais labiríntico. Em campo aberto a direção é mais intuitiva mesmo que existam bifurcações para fazê-lo de pato. Nos castelos deve resgatar os fidalgos, eliminar impasses que trancafiam as portas para enfim enfrentar o mestre.


O espadachim pode cortar os inimigos, ficar intangível por uma quantidade mínima de vezes e usar alguns up grades de atributos ou para ataques variados. O bom mesmo é ficar fera com o mínimo que tiver pra não quebrar a cara na dificuldade crescente. A ameaça tanto varia dos clichezentos guerreiros orientais e coisas do imaginário macumbístico do arquipélago - incluo um especial ódio pela máscara oni, demorada de matar que te perseguirá pelo castelo inteiro.

Esse jogo de inicio foi relançado somente por lá naquela série de clássicos 8 bits para GBA, posteriormente miguelado nos tradicionais serviços dos videogames nintendeiros, mas sequer esse protagonista estrela uma nova aventura, prova do câncer cerebral da Nintendo e é incrível o desconhecimento dos paga paus pouco informados sobre este clássico. Joguem esta porra! Vale bastante a pena. Zerou/Cansou de Zelda? Parta pra esse, é bem mais rápido, direto ao ponto; boa pedida pra quem quer coisa 8 bits mas já experimentou quase tudo daquilo que presta do NES ou no caso sua contraparte em disquete.

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