sábado, 13 de junho de 2015

Samurai Kid



Joguinho pique animu até que supimpa feito por uma Biox (vi algum comentário na internet dizendo que são os mesmos caras que fizeram o famigerado Tails' Sky Patrol, mas não levem muito na fé) e distribuído pela Koei.


Como eu não sei ler traços nipônicos, sei lá qual é o barato específico da história, mas pelas imagens se pressupõe que um capiroto metido a xogum envia seu exército de bichos mitológicos para conquistar o arquipélago, com esse moleque samurai de pince-nez e seus dois bichos capangas tentando salvar o dia.


É uma mistura de plataforma com puzzle, vai controlando o samurai pelas fases do jogo descendo porrada nos bichos e liberando o caminho para as demais salas (apresentadas em um mapa no menu). Porém, boa parte dos quebra-cabeças envolvem os bichos da tela e qual arma utiliza contra eles. Aquela moringa de pinga que sei lá o nome transforma alguns bichos em blocos (utilizados para servirem de pesos para botões, também para arremessar os mesmos para longe), a espada é simplesmente para atacar e o leque serve para irritar os inimigos, atraindo-os até o local desejável. O boneco também pode pular e amortecer a queda com uma manta ao segurar o botão de pulo, pulo e direcional pra cima para ter melhor altura e até mesmo atacar a parede durante o pulo para um impulso a mais. 



Segurando o botão de ataque com qualquer uma das armas libera um golpe forte (a moringa lança um projétil de cachaça, a espada lança um corte que quebra blocos de pedra e o leque um tornado). Além dos golpes comuns e o carregados com armas para resolver os puzzles, há itens específicos somente em alguns segmentos das fases que precisam ser utilizados corretamente para avançar, tipo uma nuvem que apertando o A faz com que o samura deslize por entradas menores em linha reta. Cada fase terminada é classificada com uma ranking de acordo com o tempo em que termina e com os colecionáveis que encontra, tipo as quatro moedas de ouro ou os upgrades de vida.


Os gráficos não puxam muito o potencial total do portátil, mas são bonitos mesmo assim e até lembram algo do Neo-Geo Pocket, o boneco do samurai é bem animado até quando é atingido por inimigos, além de ter reações diferentes de acordo com a arma que está carregando quando fica parado por muito tempo. A música é bem peidorrenta, tentando imitar trilha feudal japonesa. A dificuldade não é grande e os quebra-cabeças não exigem muito tempo, é um jogo até que curto de se fechar ao dedicar-se a bagaça por algumas horinhas.

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