domingo, 14 de junho de 2015

Nobunaga's Ambition - Lord of Darkness



Aeew, finalmente uma análise de um dos jogos que estrelam o "Lorde das Trevas" japonês, degolador inveterado de budistas guerrilheiros e xintoístas (esses últimos nem tanto, já que não eram tão endinheirados e rebeldes), ateu padrinho dos jesuítas só para descolar armaduras europeias sinistras, freguês amigão dos holandeses e seus arquebuses, entre outras maldades que definem Oda como o capeta de olhos puxados.


Joguinho da Koei, mais um dos vários Nobunaga's Ambition lançados por aí para colocar otacos nipônios preguiçosos na fantasia de emular seu antigo líder 13, com aparência saída de alguma película ultra-nacionalista do titio Kurosawa ou dos quadrinhos pré-históricos do Lobo Solitário, já que seus daimyos e capangas na mídia atual parecem um bando de pré-adolescentes andróginos ou tiozões que fazem tratamento de lama no spa.


O jogo já te pergunta em que época vai jogar, se é no arranca-rabo dos Estados Beligerantes ou quando Nobunaga está sendo prensado pelos líderes sangue nos zóio. Depois disso, só se for jogar multiplayer, o histórico ou apenas ver a demonstração. Poderá escolher qualquer província com seu respectivo chefão (mas claro que você vai querer jogar com o tranca-rua).


Depois de você escolher o seu "oligarca" preferido, é posto em um mapa onde vai passando os daimyos dando suas orders até chegar em seu turno, caindo em um menu onde poderá investir dinheiro em plantações, barragens, exército, venda e compra de arroz, políticas, etc. Para quem já viu o Third World War da privada do Mega CD, saberá como o esquema é. Se quiser chinchar com outra província acompanhado ou na raça, cai em um mapa onde escolherá seus generais e as tropas que irão comandar, tudo operado por turnos e se quer comandá-los manualmente ou não.


É um joguinho bem simplista, até na música peca um pouco com aquelas trilhas baratas de Seicho No Ie e a trilhazinha principal mais animada. De começo, bate um pouco a cabeça por uns minutos para entender a bagaça, o que não é difícil. O resto só depende de um copão de café para não cair no sono e ódio no coração para liderar a unificação da Nipônia sobre a bandeira do Império Demoníaco Nobunaguense.



Com tudo de essencial dito, deixo esse vídeo para vocês, mostrando essa canção e dança marafenta que o simpático Oda realizava por si mesmo enquanto bêbado para invocar o Satã japonês Enma, esperando pisar no máximo de crânios possível.

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