domingo, 27 de setembro de 2015

Chu Chu Rocket!



Levantando um blá blá blá supostamente apologista (o que não é, podem acreditar), essa bagaça aí do Chu Chu Rocket não é novidade pra ninguém, pelo menos para os brazukas e gringoleses que possuiram um Dreamcast ou assistiram os poucos canaizinhos escrotizados que falaram dele, como o Gueimi Grumpis, mas Cucamonga também precisa de um pouco de folga na metanfetamina de vez em quando para não dar uma overdose e empacotar, apesar que esse quebra-cabeças em si é consideravelmente ignorado a ponto de sua existência precisar ser martelada por mais um escroto, etc, etc, etc.


Foi um projeteco feito as pressas para a Sega despontar nos consoles com os primeiros jogos online e ser hit para a garotadinha com grana no bolso de bancar essas empreitadas atômicas. Titio Yuji Naka e o timeco do ouriço mutante então fizeram um puzzle de gatos mutantes espaciais que querem papar ratos bolotas igualmente espaciais, esses fugindo as pressas para quatro foguetes. Só que apenas um foguete vai conseguir safar a população de roedores alienígenas de tal destino bostalhão.


O jogo se baseia em um tabuleiro quadriculado que sempre vai mudar de forma com o passar das fases, nele há os silos dos quatro foguetes e os orbs que os ratos vão aparecer, sendo o objetivo do jogador colocar setas (usando os quatro botões do controle) ou aproveitar as setas dos jogadores rivais/computador para levar os ratinhos para o seu silo, além de evitar os gatos de comerem os ratos ou atingirem o silo, diminuindo a pontuação. Quem tiver maior pontuação de ratos até que o tempo estoure, ganhará a partida.


Às vezes irá pipocar efeitos randômicos em forma de roleta quando um rato rosa chegar em um dos silos, automaticamente selecionando coisas como o Mouse Mania, acelerando e dobrando a quantidade de ratos no tabuleiro, Cat Mania redobrando o número de gatos na tela, Place Arrow Again que seria colocar as setas em tempo frisado e assim vai. Ou quando é um rato dourado, ganha-se o equivalente a 50 pontos.


E a bagaça se resume a isso, além disso há o típico multiplayer para jogar com a pirralhada de sua vizinhança, o já finado servidor para jogar com gente fora de seu paiseco com direito a editor de fases e o modo de desafio para completar objetivos específicos com o tempo correndo.


E é isso, há também uma versão para o Game Boy Advance que aproveita tudo da versão original e coloca vários extras como telas feitas pelos usuários do servidor, efeitos randômicos novos e repaginada no editor de telas, só perde mesmo nos gráficos, trilha, controles e velocidade de processamento, obviamente. O jogo em si é um puzzle bem legal de se jogar, uma ótima pedida da empresa caducona Cega.

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