segunda-feira, 12 de outubro de 2015

The Maze of Galious a.k.a. Knightmare II: The Maze of Galious



Falar do mais importante dessa trilogia Knightmare - o II, já que o primeiro é um shooter chucro, tendo opção melhor como Undeadline do Sharp, pra não dizer sobre o primeiro dos Knightmares ser sempre falado nas páginas de MSX. Vi pouca coisa sobre o Maze... Engraçado, porque é o mais inovador, o III apesar de legal já se estabiliza na estrutura dos adventures japoneses, com aquelas telinhas contendo opções lacônicas, no futuro falarei dele, agora não rola. 

O Maze tem uma estética tipo o Castle Excellent mais bem acabado e sem tanta vontade de foder a paciência dos pouquíssimos jogadores dessa geringonça, contudo é bem puto de fechar. Foi o primeirão da Konami nessa pegada de mapinha Metroid, antecede até o Castlevania II e o mais notório, o Castelvania: Symphony of the Night nessa linha de bater perna num mapa cheio de segredos com rotas a serem seguidas na devida ordem sem que isso seja passado senão quebrando a cara ao morrer nelas. 

Controla um casal de guerreiros paladinos incumbidos de salvarem sua prole de um bruxo quimbandeiro sequestrador. É vomitado num mapa central contendo umas 10 portas de masmorra destrancáveis  achando umas chaves gigantes, embora tenha também umas comuns pra abrir certas portas intermediárias. No mapa central existe loja de item ou um santuário gravando tua senha. 

O guerreiro Popolon é o mais forte, precisa atacar menos, quebra rochas com maior facilidade e empurra paredes. Aphrodite sofre mais destruindo pedras e nem consegue virar as passagens secretas, em compensação não sofre danos imediatos na água. Os dois vão aumentando o HP ou recuperam ele conforme matam mais monstrengos e batem a meta de XP. As criaturas dropam coisas de valor: Dinheiro, flechas e chaves comuns... 

As lojas vendem uns troço baum, arco pra habilitar o uso das flechas, escudo, lupa pra ler as lápides e encontrar o nome do marafo que será obrigado a digitar na sala capirotal da masmorra adentrada quando tiver um singelo pentragrama gigante na parede, assim você evoca o diabão pra matá-lo depois. É, não faz muito sentido. 

O jogo tem lá suas doses de clarividência, tipo atacar um canto da parede sem parar, evitar entrar numa parte equivocada do contrário a escada some ou emerge uma parede no lugar e pra burlar isso, ainda mais sendo um novato no jogo não é uma das coisas mais legais, contudo, não é desculpa pra choraminguar, o jogo é bom porra! Um dos melhores pro MSX clássico.

Ah, tem frescura pra rodar o BlueMSX? Então vai no site da Brain Games, que eles disponibilizam grátis um remake sem necessidade de instalar nada, inclusive corrigiram certos bugs, explicam o jeito de jogar, puseram gráficos e músicas alternativas, então papinho furado teu, se não quiser jogar, tem até remake do F1 Spirit, dos Goonies http://www.braingames.getput.com/mog/. Precisou um grupo indie fazer alguma coisa, já que a cuzona da Konami prefere fazer pachinko ou dar poderes supremos pro Kojima cagando no legado dos títulos, taí o link, nobres cucamongos!



Maze of Galious é o pilar de muitos doujins principalmente La Mulana entre outros mais velados na entrega das origens.


3 comentários:

  1. Olha só, uma franquia que provavelmente influenciou outros jogos e esse 2 parece ser o ápice da trilogia.Tenho que conferir em breve este Maze, e a propósito eu vou de BlueMsx mesmo, kkkkkkk o emulador é muito bom.
    Eu não entendo essa frescura da Konami em colocar sua estrutura apenas nestas pachinko(que parece ser bem lucrativas no Japão) e deixar de lado o potencial de suas marcas no limbo do passado.Se a questão é dinheiro, as franquias da Konami esquecidas poderiam resolver esta questão.
    Grande dica Doc, vou ter que jogar os 3, kkkkk agora não tem jeito, fiquei curioso!

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    1. O II vale muito, o III tu roda uma patch e já fica legal, com o Lunar mesmo.

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  2. Eu peguei pra jogar outro dia o do NES, só de brincadeira.... fiquei 3 horas naquilo, é bem difícil, mas viciante.

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