sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Mega Man Powered Up



Esse continua a ideia da Capcom em querer lançar uma edição especial de seus clássicos que nem o Maverick Hunter X. No caso, Powered Up se embasa no primeiro Mega Man da linha clássica, aqueeeeleeeee onde precisava ter maior pontuação que o chefe pra passar do estágio (6 no total) bem em seguida ter outras 4 fases do Dr. Wily

A mais notória alteração foi a estética lúdica Super Deformed responsável por enganar a respeito da dificuldade. Se for reparar não é um choque tão grande, afinal, o original pelo menos no Japão tinha uma arte bem infantilizada, tentando se aproximar do Astro Boy. Adicionaram um robô black face manipulador de óleo e um outro mestre controlador do tempo de sotaque britânico para fechar em 8 robôs como é obrigatório ter nos jogos fora a fase introdutória em que Rock deve inicialmente passa-la sem o traje de combate. 


As fases foram remodeladas e sua resolução alterada, contudo é possível calibrar pro modo clássico e jogá-las na exata visão total da tela contendo os mapas bem fiéis ao jogo original. Apesar de todo remake parecer mais gente fina com o jogador, não é bem o caso deste , ele pode ser bem pior do que o original do nintendinho, começando pelo fato de poder escolher a fase em 3 níveis de risco e ainda  conseguiram aperfeiçoar a maldade de certos obstáculos (a plataforma do Guts Man tá bem pior), incluíram outras tão irritantes ou mais. Os chefes apresentam agora ataques especiais sem ter como neutralizá-los de modo igual ao Mega Man X8 e suas fraquezas foram mudadas no modo comum, até os chefes das fases finais estão mais roubados para você ter uma crise de raiva - Yellow Devil, o escroto mor.


Mas é só isso? Zerar duas vezes esse joguinho possível de terminar em meras duas horas? Não! Como falei tem os modos de dificuldade, há junto disso recordes e pontuações a serem quebradas, opção para jogar com os chefes tendo que derrotá-los com a mega buster do MM comum, você obtém outras variantes do azulejo, tanto sem traje como um equipado de charge buster além do dash, todos cruciais para a coleta de itens usados no editor de fases!

Isso mesmo, decênios antes da Nintendo anunciar seu editor de fases do Marivaldo, do qual a escumalha tanto paga pau pela "inovação". A Capcom nos possibilitou editar fases demoníacas em Powered Up. O editor, olha só, permitia conteúdo para download no site da desenvolvedora e ainda os jogadores podiam enviar entre si os estágios alterados. Mas não para por aí, povo cucamongo, temos variantes da Roll (em fantasias fetichistas pros pedobears fãs baixando-a no site) e até opção para jogar com o Blues, o Protomá, bastando ter bolas de aço em cumprir as 100 metas do challenge mode.


Mais outro remake excelente, desafiador, cheio de extras, controle decente, gráficos de responsa, música de qualidade, quem achava o original avacalhado, desse aqui não tem merda do que criticar, prova cabal do leque de jogos disponíveis no PSP hoje acessíveis muito facilmente na embarcação mais próxima de você içando a bandeira Jolly Roger! Só podiam ter continuado essa ideia, mas o mundo jaz na malignidade.


Um comentário:

  1. Pelo que sei, o Mega Man original não viu muito 3D em sua vida.

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