sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Castlevania: The Dracula X Chronicles



Os detalhes da mecânica, trama e o diabo a quatro tão devidamente explicados no review do Dracula X original do PC Engine CD, sem discussão quanto a ser um dos melhores jogos de plataforma fabricados. Ao longo da nossa trajetória foi possível perceber a quantidade de jogos japoneses em alta qualidade restritos ao seu país de origem que poderiam vir a calhar substituindo certos enlatados hoje taxados de clássicos, must have e demais putarias rotuladoras. 

Não faço ideia da razão dessa bagaça ter demorado duzentos mil anos para sair no ocidente. Saiu remake do Castlevania versão Sharp no PSX e não deram brecha em quererem lançar pra cá a desgraça. Pro nosso bem, quando refizeram o jogo, deram umas incrementadas que deram motivo em rejogar isso ou fazer o cabloco no mínimo se interessar em conferi-lo no PSP.


A estética ficou menos noventista caindo mais pro gótico mas sem fazer de Richter uma bichona (nada contra) com sunga de couro atochada no rego a exemplo do Simon no remake Chronicles do Purê Situation. A Maria também está menos retardada, mais a caráter na ambientação pedida da aventura. Fora isso, tá tudo bem reajustado pro 2D ¹/², umas cut scenes rápidas, jogatina sem facilidade nem porra nenhuma chorona, aliás, está bem mais desafiador.

Incluíram umas modificações interessantes tipo resgatar as moças sequestradas que lhe conferem o poder de romper certas barreiras, elas encobririam botões que abrem o verdadeiro cativeiro da namorada do caçador de vampiros e assim enfrentar o Shaft encosto, caso contrário, você dará de cara com uma versão vampírica da Annet e enfrentará o Drácula similar ao desafio do original 16 bits. Seguindo esse direcionamento mais completo de resgatar Maria e as demais garotas, o Drácula voltará para a forma mais humanoide só que agora mais endiabrado na feitiçaria e transformando sua capa em asas que mais lembram as de uma borboleta, bem roubado devo dizer. 


Ah, naquela quinta fase alternativa que levava direto pro Shaft puseram uma hidra bem ladrona, ao menos nas primeiras tentativas de tentar entender como detê-la. Fora isso, tá tudo aí, pra esticarem a longevidade da campanha incluíram em pontos remotos nas fases jogos coletáveis como o Rondo of Blood original, o Castlevania Symphony of the Night do PSX sem os extras de Saturn e LPs cada um contendo uma faixa da OST para ser ouvida no soundtest ideia tirada do Order of Ecclesia do DS

Por ser um remake sem decepções de um dos melhores jogos de plataforma automaticamente põe o título como um dos mais tops do portátil da Sony. Tem gente mesmo assim que amarra a cara, alegando o controle ser engessado ou só jogar pra ter o Symphony  no portátil, detalhe, foram umas 3 pessoas ou mais que disseram isso, enfim, cada um com a sua sina. Aprovado!

2 comentários:

  1. Ih, esse jogo é maneirão, o o SOTN que tem de bônus dele tem a Maria como personagem jogável, o foda é que no emulador o SOTN fica lento, mas o jogo base vale a pena também.

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  2. Uma besteira que fiz foi jogar este jogo só até abrir o Symphony of the Night... rs
    Tudo pq tinham me falado que era a versão do Saturno, o que depois eu descobri que não era verdade.
    Digo "besteira" pq eu larguei o jogo pra rejogar SotN... deveria ter insistido no Dracula X Chronicles, pq achei o jogo bem desafiador.
    Ainda bem que não teve a tanga de couro do Richter, definitivamente... kkkkkk
    Ótimo post!

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