quinta-feira, 7 de abril de 2016

Monkey Ball



O primeiro jogo da franquia saído para a placa Naomi. É quase uma atualização 3D pra lá de extrapolada na vertigem do clássico Marble Madness, a famosa bolinha de gude atravessando um caminho tortuoso sem vacilar. Aqui apresenta o adicional de possuir símios presos dentro de uma capsula vítrea pra maldade do sofrimento ser completa.

O estúdio responsável pelo seu desenvolvimento é o Amusement Vision, subdivisão da Sega liderada por Toshihiro Nagoshi (possui aparência de um mafioso japonês). Ele já tinha trabalhado com Yu Suzuki na série Daytona. Monkey Ball foi um dos jogos que içaram a Amusement para outros projetos mais relevantes como F-Zero GX da placa Triforce (Namco, Nintendo e Sega) e a série Yakuza.


O jogo tem 3 modos de dificuldade, com a quantidade de níveis respectivas a 10, 30 e 50. Os macacos à escolha eu não notei qualquer atribuição distinta, caso tenham devem ser bem singelas.   O objetivo é muito simples: Alcançar a linha de chegada por arenas flutuantes homeopaticamente mais desafiadoras, quando muito coletar todas as bananas e assim alcançar o bonus stage.

As pistas iniciais são mais largas contendo poucas cavidades, mas nos níveis mais avançados você será obrigado a passar por áreas labirínticas, plataformas que vivem falseando, curvas absurdas em passarelas estreitas, rampas, fora os desnivelamentos exigindo cálculos nas quedas. Perícia e atalhos para não estourar o tempo serão prioridade nessa tortura chinesa de tom lúdico.


Não há mais o que choramingar. Simples, criativo pra não dizer viciante. Foi uma das séries que salvaram o pescoço da Sega de ir direto pro abismo. Uma das exclusividades da placa que justificam a sua emulação, embora já tenha sequências melhor acabadas em quase todos os sistemas. Mesmo o crítico mais pau no cu reverenciou o jogo. Calaram-se, taparam olhos e ouvidos que nem os três grandes macacos. Ocupando as mãos para não digitarem merda feita aquela tirada com o dedo e levada até o focinho. Grande jogo! Só o gabinete do fliper que saiu escroto. Cate em qualquer versão e evite ser babaquara!

6 comentários:

  1. Com certeza é um dos maiores títulos da plataforma. Inclusive sua dificuldade possui um crescimento exponencial entre as três categorias de 10, 30 e 50. Ainda tenho a esperança de treinar mais para conseguir alcançar todas as fases mais difíceis na dificuldade 50. Com o tempo caso você queira pegar o Goal de maior pontuação (com o passar dos níveis vai surgindo outros terminais de fases bem mais difíceis de se acessar) você vai passar por um grande sufoco com esses macacos e inclusive em algumas você tem de cair propositalmente em outa plataforma escondida pra encontrá-los.
    Recomendadíssimo pra quem busca uma emulação do Dreamcast, inclusive: para os curiosos baixem o emulador Demul que já vem com todos os pacotes necessários para se rodar o arcade.

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    1. Muito abstrato e rende um grande replay. Boa adição sobre as linhas de chegada alternativas.

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  2. Recentemente joguei a versão para PS Vita. Os gráficos são legais e percebi como o jogo pode ficar difícil e complicado.
    Com certeza um clássico. Que bom que não foi esquecido pela Sony.

    Abç

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    1. Sim, as vezes menos é mais. Simples e complexo conforme estiver na reta final do zeramento.

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  3. Caramba! pensei que Monkey Ball fosse mais novo, quer dizer, sem ser de arcade e tal.

    obs: segundo o google, eu não sou mais 8Bit, sou apenas Ulisses kkkkkkkkk

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    1. Ele é relativamente antigo e pra nossa sorte não terminou no limbo, pelo contrário, chamou atenção no Game Cube!

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