segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Lunar - Samposuru Gakuen a.k.a. Magical School Lunar




A franquia “Lunar” é supervalorizada em excesso, sempre requentou o velho feijão com arroz, ilude o seu público bocó entupindo de animações, arte agradável, sonoridade acima do esperado, mas e a jogatina? Apresenta novos conceitos? Nenhuma experimentação? Extraiam todos esses fatores estéticos e verão uma franquia simplória, o “gaiden” pra Game Gear bate nessa mesma tecla.



O JRPG no caso involuiu, acompanhamos três garotas matriculadas numa escola de magia isolada numa ilha, cercada de professores e colegas valentões, havendo também um mal se ocultando na região... Hum... Eu acho que já vi isso em algum lugar... O jogo é do comecinho dos anos 90, plágio é que não seria.



Não há qualquer ideia no jogo aproveitando a questão de se estar numa escola mágica, nenhum gerador de magias, aulas de alquimia pra poções ou itens pra enfeitiçar, nem macumba é possível fazer. Passa boa parte do tempo conversando com os NPCs pra trocar piadinhas fajutas e missões bestalhonas de ir num ponto ao outro durante horas de ócio.



O sistema é frugal: porrada, magia, defesa, item e fuga. A liberdade é restringida nesse campus, não há nem necessidade de aumentar o nível, uma vez que os seus algozes são todos patos, só vai encontrar uns ratos pra matar e beeeeeem mais tarde existirá outras criaturas, também rola brigas entre as garotas contra os outros alunos arruaceiros.   



Não vale jogá-lo, pode ter uma das poucas trilhas sonoras competentes no Game Gear e visual enxuto, só que tu vai dormir, objetivaram as historinhas infantis chegando ao cumulo de dividir o game por capítulos, as batalhas ou qualquer sofisticação permaneceram de lado.

Detalhe, saiu um remake pro Sega Saturn talvez aproveitando o relançamento dos primeiros Lunars nos videogames 32 bits, adicionaram cutscenes no formato anime, sprites caprichados, acréscimo de personagens e sub tramas, mesmo assim não parece tão contrastante frente a primeira versão, parece a mesma ladainha, tanto que nem saiu no ocidente.

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