domingo, 25 de agosto de 2013

Sylvan Tale


Sylvan Tale é o seu típico action RPG no estilo Zelda lançado em 1995 para o tijolão do Game Gear. Seu enredo é bem simples, contando como um moleque chamado Zetts sobe em uma árvore porque começou a enxergar uma luz brilhando de seu topo, além da sensação de que algo estava chamando ele para subir (o beque que esse moleque fumou deve ser danado de bom). Chegando ao topo, um treco brilhante que parece um brasão pede para que ele salve a população de um mundo chamado Sylvalant ao reunir as "Seis Gotas", pois um esteotipado mago maligno boladão quer ver o circo pegar fogo e o palhaço se f...


A jogabilidade é a coisa mais simples do mundo, pois devido aos únicos dois botões de ação do Game Gear, o botão 1 serve para empurrar e puxar objetos enquanto o botão 2 serve para atacar com a espada. O direcional, quando apertado rapidamente duas vezes, permite que Zetts corra. Como em um típico Zelda, esse jogo também tem os seus NPCs com quem o jogador deve conversar para avançar na história e os templos (que nesse jogo são labirintos) com monstros e puzzles para resolver. E não vamos esquecer dos itens de cura, ferramentas essênciais para o enredo e os "tabletes", equipamentos que dão ao protagonista técnicas diferentes e que podem ser ativados no menu de equipamentos, também modificando a aparência do Zetts.



A dificuldade do jogo no geral não é grande, eu até mesmo diria mediana pendendo um pouco para o fácil. Os gráficos são muito bonitos e coloridos para parecer que é do Game Gear, só que a música desse jogo é tão mixuruca quanto o resto da biblioteca do portátil, já que o GG é um lixo com som, por mais que a compositora tenha sido Saori Kobayashi, responsável pela trilha sonora de Panzer Dragoon Saga.


Apesar de não se diferenciar muito do estilo Zelda, é um jogo muito bom de gráficos bonitos que oferece certa diversão na hora de jogar, vale a pena o trabalho de "patchar".
  

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