sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Oozumou Tamashii a.k.a. Oozumou Spirit



Peões de obra e aposentados torram grana jogando pachinko, morenas terão sempre espaço mais facilitado nas casas de prostituição, pervertidos sexuais compram quinquilharias fetichistas em lojas e gordo que não presta pra nada vira lutador de sumô, isso ou cometer suicídio formal, foi assim que eu aprendi na escola sobre como este incrível país (JA-PÃO!) arruma sempre um jeito do considerado "indigno" pagar as contas do imperador. 



Bom, o sumô não é popular nos jogos eletrônicos, capaz de ter uma dezena desse gênero nos arcades da vida, claro, arcades são a morada das apostas nas ideias mais impensáveis, tudo visando os trocados da turma. E é o certo, ou acha que o Suda 51 faz o que pensa ser arte primeiro e pensa no extrato bancário depois? No mercado doméstico, o Super Nintendo também Super Fan-mico (pronuncia dos dementes) foi quem ganhou uma quantidade considerável de wrestlings na pegada do desporto religioso japa, porque ele é isso mesmo um sistema de luta livre melhor adaptado pra essa luta. Há um jogo assim pro mega e game boy, mas pfff... Esse é na minha opinião o melhor, e tava querendo jogar algo original faz tempo.




São 3 modos: campeonato, survival mode e travar contra com outro playa. O modo campeonato chega a confundi-lo um pouco, mais pela carga de ideogramas jogados na tua cara. Mas não se intimide, batize o teu boneco, escolha a característica que ele deverá ter, distribua os pontos nos atributos e parta pra gordice. O sistema lembra vagamente os campeonatos de futebol, só que sem rebaixamento. Seus ganhos e perdas não o tiram definitivamente do evento, rola um mural foda de sacar, provavelmente são os nomes do gorditos inscritos, a verdade é que se perder trocentas vezes, apenas ganhará poucos pontos que aumentam seu poderio, fora que não ganha a maldita taça grandona. 



O sistema requer atenção porque diferencia dos demais jogos de luta-livre e muito menos lembra os clássicos de luta. São três barras que movem a mecânica das lutas, a das pontas apontam sua fibra e tolerância aos ataques inimigos, a do meio é cheia pelo botão Y, no começo do combate ambos jogam sal, tente apertar o botão quando ela estiver o mais perto de estar completa, e nas lutas sempre que puder pressione ela para encher outra vez e assim ter poder pra executar os golpes especiais, só que se ficar masturbando o botão, a barra entra em colapso zerando a parada. X pra repelir o oponente ou coisa assim, não tem instrução, porra! B e A para segurar a cinta dele (cada botão equivalendo uma mão) dando chance de aplicar um agarrão, por último R e L que estapeia o gordo repelindo sua ofensiva. Não dura muito as rodadas, coisa de 30 segundos, basta as três barras terem queda que ficará vulnerável e reverter a situação requer boa prática. Perde se cair no chão ou for empurrado pra fora do ringue.



Os gráficos tão meio lá e cá, os lutadores são iguais, 4 portes físicos de lutadores elegíveis, mudam apenas  a cor das tangas e as vezes da pele, os avatares pelo menos existem às pencas, nessa categoria destaco os acabamentos da arte japonesa que lá não fede nem cheira, mas gera brilho nos olhos de gringos bestas, músicas idem, tudo naquela de melodia folclórica. Como um gaijin infiel às tradições de lá, perdi incontáveis vezes, era melhor então aprender capoeira, é a mesma merda, é luta, esporte e puxa religião pagã. Enjoy! Bacanildo, selo Cucamonga World Weirdo Sports.

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