quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Kenseiden



Comemorar esse Dia das Bruxas falando de Kenseiden, um jogo cheio daqueles exus japoneses e samurais com cara de constipação indo atrás do lorde macumbeiro que sempre acaba sendo o Oda Nobunaga. Mesmo não entendendo quase nada da história japonesa, eu acho que o pessoal de lá não deve gostar muito do cara a ponto de sempre fazer dele um capeta em forma de gente.


Enfim, a história é de um samurai chamado Hayato que sai mochilando por todo o Japão matando os vários demônios que aterrorizam as províncias, tendo como objetivo a capital Edo, local que é o QG do daimiô satânista no qual ele quer eliminar.


O jogo é bem similar a Castlevania, um plataforma side-scroller aonde vai avançando pela tela e matando os vários monstros que aparecem no caminho. É até similar no controle meio truncado, porém razoável de se manejar. A grande diferença é que não uma aventura linear, pois toda vez que se termina uma fase, aparece um mapa do Japão e as 16 províncias que o jogador pode passar, podendo escolher por qual direção ir. Dessa forma, é possível chegar até a capital sem passar pelos chefes, mas aí não terá os upgrades adquiridos ao matar esses capangas-mór, tornando mais difícil enfrentar o desafio final.


Há também dojos opcionais com desafios insanos como desviar de lâminas, flechas e pular em plataformas para chegar ao final e ganhar mais um naco de energia em sua barra ou talismãs que aumentam sua defesa. E pela programação precária comum em muitos dos jogos velharias como esse, os inimigos são numerosos e alguns deles precisam de vários golpes para matar, sem falar na facilidade de tomar porrada, sendo bem fácil de morrer se não meditar igual um monge shaolin e se guiar pelos espíritos ancestrais para avançar nesse jogo.


Mas no final das contas é uma boa pedida para quem curte essas capirotagens japoneses e uma boa dificuldade, recomendação para o Halloween.

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