sábado, 30 de novembro de 2013

P.O.W. - Prisoners of War -



Joguito da SNK pré-placa MVS, época em que ela investia demais na temática guerra, quase parecendo uma Cannon Films dos flipers. O mote é controlar dois Contras provavelmente listados na folha de pagamento dos Estados Unidos para depor da forma mais amigável algum ditador cubano-nicaraguense-guatemalteco narco-belicista dessas republiquetas abaixo do México feito a nossa terra brasilis.


Diferente daquelas papagaiadas adotadas no port de NES, nada tem daquelas chatices de entrar em cabana pra descer porrada nos fardados e recolher armas, é menos enrolação beirando a conveniente linearidade das porradarias banais. Respectivamente, teu combatente soca, pula e chuta. Pulo e apertando o chute no tempo certo, a voadora é desferida. Para recolher as armas basta pressionar o soco, tudo mastigado para não perder tempo em baboseira e se der sorte, perder menos fichas possíveis. Existem jogos mais ladrões do que outros, este cai nessa classificação, porque se for atingido, adiós.


Os militares não restringem-se somente aos catiripapos, usam facões, motocicletas, metralhadoras e contam com o reforço dos boinas verdes e outros bons no uso de facas. Boa leva deles desce de helicóptero ou saem de APCs, nem sempre seus golpes os atingirão de modo pleno, isso porque o controle é bem do xulepa. Ás áreas são bem variadas dentro do que a temática pode servir, aqueles típicos quartéis, fortalezas de concreto, elevadores, constantes subidas de escada para brigar no telhado e a pura selva.


Não tenho mais o que falar, o controle te deixa na mão em certas horas, boa temática, uso de armas na andança e provavelmente a SNK atiçou os fanboyolas falando que os dois mercenários eram Ralph e Clark de King of Fighters, do contrário, os panacóides não jogariam. Azar...

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