domingo, 17 de novembro de 2013

The Pirates of Dark Water



The Pirates of Dark Water é um jogo feito tanto para o Genesis/Mega Drive quanto para o Super Nintendo, com a diferença que o de MD é um side scroller e o de SNES é um beat 'em up que bebe da fonte do Final Fight. A sua origem vem de um desenho bastante curto feito pela Hanna-Barbera que, igual Caverna do Dragão, nunca teve um final, sei lá se não era popular, se os caras ficaram de saco cheio ou talvez criar trocentas versões diferentes de Scooby Doo rendia mais grana. Na época passava no Brasil como Os Piratas das Águas Sombrias tanto na Globo quanto no Cartoon Network para os mimadinhos criados a leitinho de vaca sagrada da Índia dado pela vovózinha rica.


O enredo está em um trio de piratas (sendo o líder um príncipe) que precisam impedir um encosto do mal de encher os oceanos com água maligna negra, além de chutar a bunda de um pirata balofo macumbeiro que deseja dominar o mundo. Para isso devem achar algumas jóias mágicas especiais capazes de detonar todo esse mal e salvar o planeta de Mer.


O jogador escolhe o personagem que vai usar, sendo Ren, o príncipe, que é balanceado, a mina Tula que é focada em velocidade e o pirata ganancioso Ioz que é o fortão do jogo. As fases são mais plataformas do que lineares, precisando pular para lá e para cá procurando por chaves que destravam algumas áreas da tela que impedem o jogador de avançar. Os inimigos dificilmente pulam, sendo até mais simples ignorá-los e ir procurando pelas chaves, o que faz da mina a melhor indicada para se jogar dessa forma. Podem se encontrar pelas fases comida, armas para arremessar, poções de efeitos diversos, dinheiro e também melões para dar ao macaco voador mutante com o objetivo de retornar ao mapa.



As vezes rola uns diálogos com o objetivo da tela ou durante a exploração da mesma, quando se encontra alguns personagens que explicam sobre a sua situação, pedem por dinheiro e dão dicas ao jogador. A trilha é bem fraca e repetitiva, o que seria normal para o padrão do Mega Drive, já que a maioria dos seus jogos tem composições "pouco imaginativas" (para não dizer mal feito), mas os gráficos são bonitos e dão pro gasto, como pode se perceber no filminho de abertura, no título inicial, no mapa e nas telas exploradas.


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