quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Sutte Hakkun



Algum tipo de aedes aegypt rejeto bastardo do Kirby criado pela Grande N (N de Nada) para suprir o sistema yuppie de servidor a internet que era o Satellaview. Rendeu três jogos no periférico escroto e um jogo relevado ao Nintendo Power, que não é a revista, mas sim um cartucho em branco regravável que os pirralhos nipônicos de bolso apertado compravam e se achavam espertos encaixando a budega em uma parafernália encontrada em quiosques, podendo baixar o equivalente a 4mb para oito espaços de jogos, UAU! (na verdade, se considerar pelo peso das roms do console ao baixar de qualquer site por aí e olhar suas propriedades, perceberá que até o jogo mais bostalhento comeria metade da memória daquela tralha!). Essa versão aqui condiz com a do Nintendo Power, só que finalmente lançado para cartucho em 1998.


Mas voltando ao tema, Sutte Hakkun tem como mascote esse boneco de vidro, que parece um mosquito, capaz de sugar blocos e cores. Pela encheção de linguiça dada para justificar as ações do bicho, o arco-íris de sua ilha foi destruído e, por isso, precisa encontrar várias pedras coloridas que são os pedaços do tal. Ele viaja por 10 "mundos", cada um deles com 10 quebra-cabeças e mais um pouco para resolver, envolvendo os tais blocos e potes de cores.


Ao sugar um bloco transparente, o Racún pode se movimentar levando o objeto, largando onde o jogador achar melhor, sendo na sua frente ou até posicionando acima ou abaixo. Se o bloco tem cor, ela é sugada e descartada, isso se não for recolocada no mesmo bloco ou em outro diferente. Cada cor tem um efeito diferente nos blocos, o vermelho vai pra cima e pra baixo, o azul vai da direita pra esquerda e o amarelo vai em diagonal. Com base nisso, o objetivo é criar plataformas para ultrapassar obstáculos como buracos ou lugares muito altos.


Ao começar o jogo, você ganha uma pontuação que deve multiplicá-la ao terminar os quebra-cabeças com o menor número de movimentos, assim aumentando o seu score. Quanto mais o Racún anda, mais ele vai perdendo esses pontos, mas não há problema se chegar ao zero, só não vai ter um recorde razoável para esfregar na cara de seus amigos nerds tetudos ou dos pirralhinhos da praça que adoram jogar Ralo, Bétoufiúdi, essas pilantragens.


É um jogo legal de se matar o tempo e botar as células cinzentas para trabalhar, porém é só isso. A trilha é medíocre e os gráficos são essas paisagens naturais com as plataformas dos quebra-cabeças, mas não é algo de se reclamar de acordo com a premissa que apresenta.

Nenhum comentário:

Postar um comentário