sábado, 1 de novembro de 2014

Akazukin ChaChaCha



Não, monguinho, não é o JRPG do “Super Faminto”. Ele é genérico, mas botem genérico nisso chupinhado da franquia Cotton, aquele shooter da bruxinha ampliando seus feitiços acumulando XP enquanto metralha seres afofalhados num ar pastelão. A empresinha é a Sprite, morta junto do computador, voltando recentemente com alguns jogos de PC, acho eu, voltados pras chanchadas. Devem ter pego o trem dos programadores mendigando fundos pros seus jogos, a mais pura síntese do termo “revival” sendo currado.

Vale lembrar sobre a Sprite não ter qualquer jogo lançado oficialmente no Sharp, mesmo porque seu legado deriva de chupinhações bastante óbvias com aquele ar de estar tudo “inacabado”, talvez pela sua arte chula. Neste shooter, até que foram bem caprichosos. A skin desse clone foi pega dum anime noventista popular na época, o Akazukin Chacha, apresentando as trapalhadas duma chapeuzinho vermelho, praticante de magia receptáculo de uma deusa bruxa sarada, enfrentando o típico exército maligno de monstrengos. Confiram essa porra, pode ser que tenha algum visitante com gosto por coisas enjoadas:


Um fato estranho é colocarem um “Cha” a mais no título, já que Chacha é o nome da garotinha protagonista. Uma tentativa de não levar processo? Quem sabe... Uma coisa original, creio eu, e que não lembro mesmo de ter visto em Cotton, por fazer um tempão que não jogo, é o campo de força emanado pela garota sem estar apertando nada, servindo para romper barreiras de bolotinhas voadoras imunes a qualquer raio mágico.


O desafio é alto, 3 vidas, bombas e continues. Tiroteios de bolinhas assassinas e inimigos surtados vindos de todo lado serão comuns, por sorte os chefes estão menos exigentes para enfrentá-los. As 3 primeiras fases sabendo as manhas gradualmente tornam-se superáveis. Agora do quarto nível em diante, putaqueopariu... Só se dedicar muito para passar, os monstros aparecem de qualquer lugar.

Sintetizando o review, vale procurar se estiver fuçando as parcas exclusividades do sistema, procurando algo um pouco melhor trabalhado dentro da esfera porquenta “doujin”. Na minha opinião mais vale jogar o Cotton, também encontrado no Sharp, porque se for pra se dedicar a jogar um trem desses, é melhor o original.

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