sábado, 31 de janeiro de 2015

Revenge of the 'Gator



Post número 200, vamos ver se trocamos os pontos na tenda do Google por um maço de cigarros ou um relógio à prova d'água!  

Não tenho muita experiência com pinballs, acho que muitos compartilham isso. É um jogo ingrato, ora requer habilidade, noutra hora a situação ingrata da máquina age feito probabilidade de caça-níquel. A regra primordial é sempre controlar os pinos rebatedores, conter o agito da bolinha e então dispará-la na área desejada. Fora isso, não há mais nada o que fazer.



Alguns jogos tentam criar verdadeiras fases colecionando telas atrás de telas para formar  algum complexo  pinbolático ou alguma derivação escrota dessas. Jogos de pinball geralmente são mal feitos porque confiam muito na falta de interesse do jogador esperando só matar um tempo. Um dos poucos jogos bons do gênero calhou de estar no portátil, e a Hal mais uma vez  aborda outro título do tipo gambling

Revenge of the 'Gator não é seqüência de nada, antes que pergunte, é um mero pinball permitindo jogar  solo ou por multiplayer,  na temática de jacarés. Fora isso, anda no comum do subgênero. Pinos em que devem ser acertados para destrancar passagens, slot machine no miolo da pista, proteção limitada ante os buracos que terminam com a bolinha devorada por um jacaré maluco na parte mais funda e áreas bônus segurando o jogador até onde der.



Manipulá-lo é meio difícil, exige paciência tanto para dominar a física dos pinos e caso já esteja acostumado ao gênero, tem a questão dos cenários e a própria física do jogo que aqui não é uma grande barreira.

Boa amostra de jogo diferente do habitual, bem programado e apresentando ótimos gráficos graças a relevância que a companhia deu ao aparelho por conta dos diversos Kirbys realizados para ele, aproveite um dos melhores pinballs na história banal dos jogos.


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