quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Mischief Makers



Produção da Treasure, aquela empresa do Alien Force e Gunstar Heroes, é um dos jogos das primeiras fornadas do Nintendo 64, tanto é que se nota a dependência pesada do 2D e os cenários "colados" da bagaça.


A história é de uma robô empregada que viaja junto de seu criador velho tarado, típico estereótipo na mídia japonesa, na casa espacial deles, visitando um planeta de trecos parecendo aquele quadro do "Grito", dominado por um império do mal que sempre tenta capturar o tal cientista. O jogo tenta seguir um padrão episódico similar a um seriado de desenho, com direito a três animais metidos a Thundercats/Silverhawks com seus "Megazords" antagonizando a robô.


O jogo tem 52 fases com objetivos distintos, mas todos girando em volta da mecânica de agarrar coisas e arremessá-las, já que a Marina (o nome da tal robô) não tem um ataque e depende de jogar inimigos ou agarrar armas de munição limitada que atiram sozinhas. Ela tem um pulo que pode ser amplificado com os seus jatos embutidos ativados apertando o direcional duas vezes. Em um certo momento do jogo se controla um dos habitantes mambebes do planeta que tem um soco triplo bostalhão, mas um pulo triplo bem alto.


Os controles são bem empedrados, mas as fases são curtas e bem fáceis (salvo uma fase que precisa levar o triciclo do rei por plataformas, evitando que a bicicletinha caia na água). A música, apesar de puxar aquela sonoridade meio que bizarra e interestrelar tipo a do Gunstar, é muito repetitiva e com uma trilha limitada. Os gráficos são bem simplórios, usando pouco da capacidade do console e com cenários "copia e cola" (ainda é remediável, já que o console ainda era novo). Fora isso, até que os chefes são interessantes por causa de toda a estratégia de vitória que gira em torno de como você vai agarrá-los e jogá-los.



Jogo bem fraco, não oferece muita variedade e desafio.

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