sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Kid Icarus



Aparenta ter sido feito na engine de Metroid do NES. Sua versão japonesa permitia gravar a data no lugar daquele password desprezível. É difícil logo na primeira fase! Conta com um salto modesto e um tirinho fajuto. Deve ter um bom olhômetro  ao cair nas íngremes plataformas. Mata cobrinhas saídas de vasilhames, olhos voadores, vermes cavucadores - A dona Morte ao olhá-lo chama uns espíritos perseguidores, fazem parte da geração monstrenga aonde o seu real propósito é atrapalhá-lo.


O jogo regozija das beiradas da tela levá-lo no ponto oposto; tem que ser bem esperto pra pegar o caminho certo e não se embolar. Na aventura encontra lojas de itens caros cobrando muitos corações que é o dinheiro desta porra, uns itens bem fajutos havendo também um velho tentando "treiná-lo" (joga uma penca de placas psicóticas reduzindo o teu HP a um cocozinho somente fornecendo-lhe flechas levemente mais poderosas.

Se chegar a sair da primeira fase, terá outros níveis mais assassinos, embora ao correr do jogo tudo pareça menos roubado, acho que os traumas sofridos anestesiam em parte. Os castelos assumem a clássica postura labiríntica, tentando força-lo a gastar dinheiro comprando marcadores e mapas. Tem uns magos berinjelas que o convertem no tal vegetal e é preciso achar com urgência as salas de enfermaria para voltar ao que era. Os chefes tem uma resistência acima do normal, vai ter que ter paciência como era costumeiro na época.


Então meu caro... Taí um jogo tão irritante de fechar quanto o primeiro Metroid, não espere algo fodelão de gráficos soberbos, os primeiros da Nintendo eram assim. Uns acham uma bela merda pela dificuldade elevada ou até possível má programação, mas calam-se porque é sagrado, amém!

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