sábado, 14 de março de 2015

Super Mario Land 3: Wario Land



O nome é tãtã mesmo, o tal cagaço da Nintendo em lançar um novo produto sem guarita nenhuma... Na minha opinião o melhor da tal trilogia, essa sequência é liderada pelo Wario, um carcamano explorador e suposta antítese do Mario querendo encher o cu de grana vasculhando mundos na temática alimentícia (de novo Nintendo?) encarando bucaneiros animais e chega dessas ladainhas quanto a enredo!

É basicamente uma cria do Super Mario World tomando suas liberdades que melhor puderam explorar o portátil principalmente pelo fato da distância de tempo entre o anterior que ainda ficava mais associado a ser mera adaptação do seu comparsa 16 bits.



Wario dá empurrões, arremessa contra blocos inimigos desnorteados e tem direito a usar vários chapéus poderosos, eles permitem criar terremotos, cuspir rajadas de fogo ou mesmo voar e eles são importantes em determinados momentos para desobstruir lugares guardando relíquias acessíveis catando uma chave e jogando-a numa fechadura diabólica.


Neste jogo os finais são mudados acumulando moedas adquiridas nos meios frugais de qualquer joguinho plataforma quanto catar tesouros escondidos como dito acima. As moedas também marcam checkpoints no feitio dos paquímetros e também são exigidas para abrirem as portas de saída da fase, podendo haver rotas alternativas levando pra novas regiões que nem em SMW, por conta disso o desafio ficou um pouco mais exigente em comparação ao Land 2 mais simplista na sua proposta.


Os gráficos aludem o World contendo personagens num traço um pouco diferente consolidando a tal linha do Wario, fizeram das tripas coração em deixar tudo bem acabado criando certo efeito visual de profundidade com a camada onde rola o controle. A música é bastante peidorrenta, tenta enfatizar o clima "ladrão de galinha" no qual tornou-se recorrente nos futuros jogos chega a encher ainda que seja bem executada.


A duração é meio grandinha pros padrões do "adobe" da Nintendo, por isso encasquetaram de por bateria pra gravar e assim a jogatina poder rolar sem que as pilhas frustrassem os seus planos de conquista mundial.

É isso, joguei o melhor desse portátil, apresentei jogo pra caralho, no que acarretou em mais da metade ser produto da própria desenvolvedora, porque o resto era bem sofrível. Falamos na Cucamonga do que ninguém se habilitou a fazer mesmo sendo paga paus do Kremlin videogamístico, e não, não vou falar de YuuYuu Hakusho uma adaptação mais fuleirona dum que tinha pro 3DO e nem das Tartarugas Ninja que é um port mais fracão do saído no Arcade, e Trip D meu caro, soa um Kirby mais trouxão travestido de kawaii. Aleluia que mais um sistema se foi!


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