terça-feira, 18 de agosto de 2015

Equinox a.k.a Solstice 2



Sequência puzzle de aventura lançada em 1993 de um tal Solstice do Nintendinho, feita pela empresa xexelenta da Inglaterra Software Creations, aquela que vomitou o Surfista Prateado do console acima mencionado, fez os jogos do Mané Aranha com o Venom, entre outras bagaceiras conhecidas.


Histórinha diz que um mago pik das galáxias e herói do primeiro joguinho foi capturado por sua aprendiz, uma macumbeira desgarrada que impôe uns exús sobre sete reinos para comandar tudo com mão de ferro e poder da mandinga. O filhinho principesco do mago, algum primo distante do Príncipe da Pérsia, sai por aí para fazer o que todo salvador de epopeia batida tem que fazer.


O jogo é bem Mãe Diná, ele só te joga em um mapa isométrico todo colorido (com a possibilidade de rodar a câmera) onde só se vê os típicos calabouços, representados por umas redomas mal feitas de barro parecendo aqueles filtros naturais de água, só que com chaminés esfumaçantes. Desse ponto em diante, tem que visitar os tais lugares e colecionar a esmo 12 orbs místicos que destravam o chefe de cada reino em uma sala especial. Os calabouços também são isométricos com inimigos escrotos do repertório de fantasia medieval como as gosmas dos potinhos de Amoeba ou bichos armadurados, além de espinhos, blocos para empurrar, chaves para destravar portas, além dos próprios orbs.



O príncipe é bem travadão, não corre, nem nada, só sabe andar a passos de vaca abestada e um pulo de distância duvidosa, até difícil de calcular ao pular obstáculos que podem te matar. Ele vai colecionando armas usadas como projeteis que vão melhorando seu ataque e magias que auxiliam em combates ou puzzles. Mas os quebra-cabeças vão se tornando bem repetitivos e sem muita variedade, tornando o jogo menos dinâmico mais chato com o avançar, já não basta a trilha musical ambiente minimalista, única peça doida é a música de chefe que passa de uma sequência arcana para uma batida alienígena pique Earthbound.


O jogo não é de todo mal feito tecnicamente, mas é bem maçante e tem seus defeitos esperados de um isométrico. Vai de cada um enfrentar ou não essa parada, preferível ir ver o filme do Pelé.


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