quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Foxy Brown, 1974, Jack Hill



Por alguma razão, os produtores não quiseram que o filme fosse uma sequencia direta de Coffy, então sempre gera uma estrita ligação com o outro. Na minha opinião esse ficou bem mais frenético em comparação ao outro e conseguiu aprimorar mais a fórmula tendo menos enrolações por mais curtas que fossem no anterior.

Um agente da DEA se expõe para arrumar provas condenatórias a uma organização criminosa que espalhava drogas na comunidade. Ele então faz uma plástica e ganha uma vida nova pelos serviços prestados. O problema é que o irmão de sua namorada Foxy é o típico cunhado escroto, comprador de bagulho desse mesmo grupo e ligando os fatos resolve pagar sua dívida aos mafiosos denunciando sobre o sujeito, executado pouco tempo depois, motivo de sobra para Foxy Brown se vingar dos bandidos com ajuda de seus amigos que tomam conta do bairro numa espécie de milícia visando banir as drogas da área. 


Primeiro vai até o cafofo de seu irmão e armada o obriga a revelar aonde estão os facínoras, covardão que só, seu irmão Link dá toda a micha deles. De novo, Foxy se passa por puta e encanta a mafiosona principal Miss Katherine, amante de um colarinho branco bem relacionado na política para manter o puteiro sem problemas com as acusações formadas pelo assassinado namorado de Brown. Foxy compartilha o drama de uma outra garota cansada daquela vida no meretrício e de se ver distanciada do marido e filho, este que leva a criança para o local tentando tirá-la dali mas toma uma tremenda surra (!!!). 


Foxy Brown e ela precisam conquistar um juíz para limpar a barra de Miss Katherine, daí já viram, ela esculhamba o cara meio racistinha também tipo o mafioso em Coffy. Dpois precisa entrar num bar de sapatonas onde detona umas machorras tudo porque a prostituta resolve se embebedar ali por tristeza. A máfia tenta compreender o porque do juiz ter sido sacaneado, vão atrás de Link, matam o infeliz e depois sacam tudo, a ponto de levar Foxy pra um casebre de caipiras que a enchem de droga e a estrupam. Aí rola a reviravolta dela escapar e partir pro acerto de contas.


O filme segue a cola do outro porém mais aprimorado na fórmula pecando mais na trilha sonora embora tentem impactar na musica tema com a Pam Grier pagando mico dançando com refrões falando "Super Bad". Assistam! Vejam se não tem esta parada no Netflix, na época eu acho que vi um poster de Coffy, mas a memória é cretina. 


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