quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Jurassic Park e The Lost World: Jurassic Park


Jurassic Park

Tem dois arcades rail shooters da franquia Jurassic Park programados pela Sega que me impressionaram, por não levar fé do que saía do filme pros consoles domésticos, umas empreitadas desastrosas mesmo o tema rendendo pano pra manga, aliás, muitos filmes de ideias aproveitáveis num jogo eletrônico na maior parte do tempo resultavam em bosta. 


O primeiro aborda o filme inicial, contudo, a variedade de feras mesozoicas é ampla. Pega aquela fase semi 3D da empresa, recurso visto nos jogos After Burner, Out Run e Space Harrier por exemplo. No trajeto dos 4 estágios, você fica num daqueles jipes do parque mais comparável a um vagão de montanha russa, porque na primeira fase é bem fiel ao filme, com o T-rex correndo em frenesi naquelas trilhas protegidas por cercas elétricas e porteiras gigantes, mas depois a viagem segue o mais doida possível: passa por cavernas cheias de estalagmite usadas de refugio pros V-raptors, desfiladeiros, mata densa chegando a trilhar uma pista rochosa igual a trilhos no ápice de passar com o carro pelo dorso de um braquiossauro. 


A lei máxima é sentar o dedo de bala em tudo, pipocar qualquer réptil safado. Começa metralhando o tiranossauro, depois tem que arejar o crânio dos dinos carnívoros tampinhas, sempre ninjando, seja o pulo dos Velociraptor, seja a gosma dos dilofossauros mutantes, aí segue pros estouros das manadas, voos de pteranodontes, monstruosidades marinhas, incluo junto disso um momento de metrancar as patas daqueles pescoçudos na mata para não ser esmagado. É uma experiência bem legal, a sensação de estar num parque de diversões completamente armado. Next!

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The Lost World: Jurassic Park

Saiu pra pouco manjada placa Model 3, fase transitória entre Saturn e Dreamcast, quem sabe um dos spotlights  do enxugado catálogo de coisas feitas pra ela. Pelo nome, já ficamos avisados sobre o jogo representar a sequência do clássico, mais escrachado e sem motivos lógicos de existir, desde criança me perguntava porque o exército não explodiu o lugar ou usou os bichos pra missões, Spielberg já tava capengando entre inventividade e produções porcas por outro lado o jogo não seguiu a mesma sina. 


Ele é quase uma skin tiranossaura do jogo The House of the Dead: Interage a ceninhas, tiros limitados exigindo o reload de modo sábio, vidas extras salvando pessoas- a subtração delas caso mate-as ou acumulando 3 barras de cereais. A ação rola em torno do jipe correndo trajetos loucos passando entre dinossauros pequenos lazarentos ou as vezes uma situação cobrando o acerto de círculos demarcados na tela para prosseguir, exemplo disso são os locais certos pra chumbar o t-rex, ou acertar as patas outra vez de um braquiossauro... Caso contrário, você será penalizado e se tiver jogando com mais outro maluco, é capaz de sobrar pra ele a rebordosa de terminar devorado. 

Conforme tira boa pontuação o seguimento toma leves modificações no desafio, é uma tarefa bem complicada tirar os requisitos pedidos pela máquina, mesmo ganhando granadas, metralhadoras... Eu que tenho experiência de guerrilha desde a revolução Cucamonga não consegui tirar de letra, pra tu ver, somente dinossauros são desafio a altura contra mim.


É isso, cansado de zumbis e está desejoso em chumbar novos tipos de criaturas medonhas? Joga os dois, são uma boa variação do frugal nesse tipo de segmento de tiro. Tenta achar um shopping com as pistolas de brinquedo, a Sega sempre foi chegada nessas sacanagens de tentar aumentar a interação. 

Um comentário:

  1. Eu tenho fobia de jogos em que a mira está na tela espelhando o direcional, com armas em um arcade de verdade ainda vai, mas em consoles caseiros ou pelo MAME pra mim é muito difícil, kkkkkk.Eu não tenho coordenação motora para acertar os alvos.Por isso eu passo longe de clássicos como Space Harrier que tem o mesmo modo de jogo.
    Eu sou uma negação neste estilo de jogos ^_^

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